Poder de escolha dos seus benefícios deixa satisfeita maioria dos funcionários

Benefícios como plano de saúde e odontológico, auxílio-alimentação, refeição e seguro de vida são diferenciais para a atração de talentos e têm impacto positivo na satisfação dos funcionários. Quando esses benefícios são flexíveis, a diferença é que os empregados passam a ter o poder de escolher, entre o que foi oferecido, os que são mais adequados ao seu perfil, necessidades e desejos. Isso porque, para cada benefício, existem opções com diferentes características. Essa flexibilização, que começou a ser praticada nos anos 1960 nos Estados Unidos e, no Brasil, há 20 anos, promove uma verdadeira revolução na atração e na performance dos talentos, no relacionamento entre funcionários e empresas.

 

A Bematize ouviu algumas das principais empresas que concedem benefícios flexíveis no país para saber de que maneira eles são administrados e quais os objetivos alcançados. Os resultados foram divulgados durante o Simpósio Bematize, realizado em São Paulo (SP).

 

A metade das empresas pesquisadas é da área de tecnologia, setor que saiu na frente, no Brasil, na concessão de benefícios flexíveis. Outras companhias são das áreas da indústria farmacêutica e de cosméticos, seguros e serviços. Em comum, a experiência delas mostra ganho de vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes, sem necessariamente investirem mais recursos financeiros nos benefícios.

 

“Pacotes de benefícios tradicionais estabelecidos apenas por cargo deixam muita margem para insatisfação. Idade, responsabilidade familiar, situação financeira, estilo de vida, e preferências pessoais são fatores que explicam a demanda por benefícios distintos. Além disso, casais com rendas próprias e benefícios duplicados apresentam um grande desperdício financeiro para suas empregadoras e uma grande oportunidade de satisfação perdida”, ressaltou Ronn Gabay, diretor da Bematize.

 

A pesquisa revelou que assistência médica, odontológica e seguro de vida estão entre os benefícios mais flexibilizados. No caso da assistência médica, o número de empresas que flexibilizou esse benefício foi de 71,43%. O mesmo acontece com os planos odontológicos; e em auxílio-alimentação, 85,71% delas flexibilizam as escolhas. Para o auxílio-refeição, o percentual chega a 78,57% do total de empresas pesquisadas. A maioria das empresas, 92,31%, subsidiam 100% dos planos de saúde dos empregados. Seguro de vida é oferecido por 92,86% delas.

 

Nas empresas que flexibilizam benefícios, em geral, o funcionário recebe uma pontuação, de acordo com o cargo que exerce, e cada benefício tem um valor, em pontos. Com o seu conjunto de pontos, o empregado monta o seu pacote. É essa liberdade que permite, por exemplo, que um profissional que trabalha perto de casa possa direcionar o recurso que receberia em auxílio-refeição para outro benefício.

 

Uma prática positiva dentro da gestão de benefícios flexíveis e que vem sendo adotada por boa parte das empresas é a chamada conta corrente, quando o funcionário recebe pontos que eventualmente não utiliza e essa sobra é direcionada a uma conta, a fim de ser utilizada para a aquisição de outros benefícios. Para auxílios-alimentação e refeição, 69,23% das empresas permitem o intercâmbio de pontos entre todos os benefícios.

 

A pesquisa também mostrou que os benefícios flexíveis têm presença cada vez mais significativa em cargos de liderança e administrativos.

 

Números mostram adesão

 

A pesquisa revelou que as empresas que concedem benefícios flexíveis têm programas bem estruturados e maduros. Entre os principais resultados, foi revelado que:

 

  • 92,31% subsidiam 100% do plano de saúde dos titulares e 61,54%, o plano dos dependentes.

 

  • No programa de benefício flexível é prática aplicar períodos de permanência no plano de saúde para a realização de upgrade e downgrade:71,43% das empresas dão prazo de 12 meses para upgrade de plano e 57,14% das empresas, 24 meses para downgrade.

 

  • Em 35,71% das empresas, o valor máximo para os auxílios refeição e alimentação ultrapassa R$2.000,00.

 

  • 69,23 % das empresas afirmaram que o valor dos pontos é intercambiável entre todos os benefícios, obedecendo o mínimo da Convenção Coletiva nas opções de refeição e alimentação.

 

  • A revisão total das escolhas pelos funcionários ocorre anualmente em grande parte das empresas, 71,42%. As empresas que disponibilizam mais de uma eleição por ano não oferecem as opções de alteração de plano médico, odontológico e seguro de vida, devido às exigências contratuais.

 

Um dos dados mais relevantes mostra que alguns objetivos são almejados pela maioria das empresas e, melhor para elas, também são alcançados. A satisfação dos colaboradores foi o maior objetivo declarado por 85,71% das entrevistadas, e esse mesmo percentual afirmou ter alcançado o intento. A melhora na percepção dos benefícios pelo colaborador foi resultado alcançado por 71,43% das companhias, e 64,29% delas conseguiram tanto aumentar o engajamento dos seus funcionários quanto se fazerem percebidas como empresas inovadoras.

 

Tecnologia e consultoria especializada: aliadas na gestão

 

“O RH tem o desafio de buscar no mercado os profissionais mais adequados para as suas posições, e há um grande investimento nisso. Mas ao longo do tempo essas pessoas podem se tornar funcionários insatisfeitos, porque o mundo muda, os desejos mudam. Assim, também é papel do RH promover a flexibilização. E é aí que os benefícios flexíveis fazem sentido, já que eles permitem atender pessoas com perfis e culturas diferentes sem precisar pesquisar esses perfis, apenas permitindo que as pessoas façam suas escolhas”, destacou Ronn Gabay.

 

A principal dificuldade das empresas para realizar a gestão de benefícios flexíveis é a falta de uma plataforma digital, uma vez que muitas ainda cuidam dos benefícios tradicionais utilizando meios analógicos. A ausência de legislação sobre o assunto também gera inseguranças. Diante desse cenário e das vantagens comprovadas da flexibilização, adquirir sistemas e consultoria especializada é a solução encontrada pela maioria dos RHs – 64,29% das empresas pesquisadas contratam sistema terceirizado para a gestão dos benefícios.

 

Na próxima matéria da série sobre o Simpósio, confira a palestra de Antônio Linhares, da EY Consultoria, sobre as estratégias de remuneração atreladas a programas de benefícios flexíveis.


Simpósio Bematize: quem ganha com os benefícios flexíveis?

A mais recente e completa pesquisa sobre a administração de benefícios flexíveis no Brasil foi apresentada durante o Simpósio Bematize 2018, esta semana em São Paulo (SP). Os dados mostraram que as empresas que flexibilizaram os seus pacotes de benefícios possuem vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes, sem necessariamente investir mais recursos financeiros nos seus benefícios.

 

As empresas da área de tecnologia são as que mais flexibilizam benefícios no Brasil e, embora as restrições da legislação sobre o assunto sejam motivos de insegurança, a contratação de sistemas e consultoria terceirizados tem permitido a implantação de programas bem-sucedidos.

 

O Simpósio Bematize, em seu terceiro ano, cumpre o papel de mostrar a realidade da aplicação de benefícios flexíveis no mercado brasileiro. As empresas que ainda não implantaram podem conhecer detalhes dos programas, e as que já dispõem deles ficam sabendo o que as concorrentes estão fazendo nessa área. Embora a evolução dos benefícios flexíveis no Brasil ainda seja lenta, os resultados são espetaculares”, comentou Ronn Gabay, sócio Diretor da Bematize e um dos responsáveis pela pesquisa.

 

Antônio Linhares, da EY Consultoria, falou sobre estratégias de remuneração atreladas a benefícios flexíveis. Linhares lembrou que flexibilizar benefícios é uma das maiores disrupções na área de Recursos Humanos. “Modelos inflexíveis e padronizações não combinam com a nova realidade que vivemos. Quando a empresa amplifica a experiência do colaborador, ele começa a ganhar coautoria”, defendeu o consultor.

 

O Simpósio também apresentou a experiência do iFood – empresa brasileira líder na América Latina no setor de entrega de refeições pela internet – na implantação de um programa de benefícios flexíveis para os seus 900 colaboradores, os foodlovers. Priscila Fontanelli, responsável pelo programa, explicou que o iFood buscou os benefícios flexíveis como estratégia para avançar no relacionamento com o seu público interno, em geral jovens inovadores que se sentiram empoderados com essa transferência do poder de escolher os próprios benefícios.

 

Entendemos o que o mercado oferece e mapeamos os riscos, olhando para a legislação trabalhista, previdenciária e tributária. Um aspecto importante foi a comunicação, para falar com o nosso público sobre o propósito do programa. Hoje, já fizemos pesquisas internas que comprovam o aumento da satisfação. E conseguimos inclusive ter maior domínio sobre a pressão por lançamento de novos benefícios”, apontou Priscila.

 

Na próxima matéria da série sobre o Simpósio, vamos contar em detalhes os resultados da pesquisa sobre benefícios flexíveis, as práticas mais comuns da administração e quais são os maiores objetivos alcançados pelas empresas.


Outubro Rosa: que informações fazem a diferença?

A campanha do Outubro Rosa é uma das mais bem-sucedidas no que se refere ao envolvimento das pessoas na divulgação sobre a prevenção do câncer de mama, seja nas redes sociais por meio da #outubrorosa e mesmo nas ruas, com uso de botons e outros materiais da campanha. Mas levar a conscientização adiante ainda é um desafio quando são estimados, para o Brasil, 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

 

 Existe portanto um risco de ocorrerem 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama é o primeiro mais frequente nas mulheres das regiões Sul (73,07/100 mil), Sudeste (69,50/100 mil), Centro-Oeste (51,96/100 mil) e Nordeste (40,36/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19,21/100 mil) também segundo o INCA, isso sem considerar os tumores de pele não melanoma.

 

 Que informações podem ser, portanto, mais importantes passar adiante para alertar as mulheres sobre o problema? A primeira é a receita com os ingredientes da prevenção, que se trata de uma lista de comportamentos para um estilo de vida que vai proteger a pessoa de diversas doenças. E vale muito ressaltar que esses hábitos podem evitar nada menos do que 30% dos casos de câncer de mama. A lista inclui a prática regular de atividade física, a alimentação saudável, a manutenção do peso adequado e a moderação no consumo de bebida alcoólica. A esses quatro pilares da saúde, se soma mais um no caso da preservação das mamas: a amamentação, prática que evita a doença.

 

 Outra informação poderosa se refere a saber identificar os sintomas da doença. É claro que a prevenção não pode dispensar a revisão médica anual, com a realização dos exames de rotina. Mas não se pode dispensar a observação cotidiana das mamas, na ocasião que for mais adequada para cada mulher, seja na hora do banho ou na troca de roupa em frente ao espelho. E a prática é muito simples e sem segredos. Basta verificar se existem possíveis caroços geralmente endurecidos e indolores, nos seios, embaixo dos braços ou mesmo no pescoço; alterações no bico do peito ou saída de líquido da região; e modificação na pele, que pode estar avermelhada ou com aspecto de casca de laranja.

 

 E nada de se apavorar caso encontre algo suspeito, já que pode não se tratar da doença. Se algo parece estar anormal, procurar um médico para a avaliação diagnóstica é o certo a fazer. Vale lembrar que, detectado em fase inicial, esse tipo de tumor tem mais chances de cura, daí a relevância do autoexame.

 

 E a última orientação é algo que mulheres que buscam atendimento médico para prevenção anualmente já sabem: a mamografia diagnóstica e demais exames complementares, solicitadas pelo especialista, permitem investigar lesões suspeitas. Já as mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem realizar, uma vez a cada dois anos, por recomendação do Ministério da Saúde, a mamografia de rastreamento, ou seja, quando não há sinais nem sintomas da doença.


Outubro Rosa: presença garantida nas agendas corporativas

 

A campanha é parte das ações de endomarketing ligadas à saúde e envolve palestras sobre prevenção e diagnóstico

 

O Outubro Rosa já ganhou destaque no calendário de muitas empresas, independentemente do porte ou segmento. A mobilização é tanta que existem serviços especializados em produzir campanhas e é fácil encontrar sites na web com dicas sobre como preparar as ações de conscientização para funcionárias.

O engajamento é extremamente positivo já que, mesmo com toda a divulgação sobre a prevenção do câncer de mama nos últimos anos, ainda são estimados, para o Brasil, 59.700 casos novos, para cada ano do biênio 2018-2019, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

A boa notícia, e que também tem a ver com as ações do Outubro Rosa, seja nas empresas, nos veículos de comunicação e nas redes sociais, é que a realização de mamografias no país cresceu 37%, no comparativo entre os primeiros semestres de 2010 e 2016, passando de 1,6 milhão para 2,2 milhões, de acordo com os dados mais recentes publicados pelo Ministério da Saúde.

Ainda que a informação esteja disponível na internet e em outros meios de comunicação, as empresas contribuem ao falar sobre o assunto dentro do ambiente de trabalho. Os RHs, junto com equipes de endomarketing, têm o desafio de promover o engajamento das colaboradoras. As ações mais comuns são a realização de palestras com profissionais da saúde e o dia em que todos são convidados a trabalhar vestidos de rosa, a fim de alertar sobre a importância da prevenção.

Outro meio de informação sobre o câncer de mama nas empresas são os informativos impressos e eletrônicos. Esses materiais são relevantes porque permitem aprofundar o tema, explicando que o diagnóstico precoce e os tratamentos disponíveis ampliam muito as chances de cura.

Nas mulheres a partir dos 18 anos, o autoexame é um recurso importante para detectar alterações nas mamas. Mas o ideal é descobrir o problema antes mesmo desse estágio em que ele possa ser percebido pelo toque. E para tanto a mamografia é ideal e geralmente prescrita a partir dos 40 anos, sendo que depois dos 50 anos deve ser realizada anualmente.


Fumar, um mal em qualquer dose

Existem coisas que podem ser consumidas com moderação, a exemplo do vinho que, dizem os especialistas, faz bem na dose certa. Para outras, como no caso do fumo, não há como negociar limites, qualquer quantidade é prejudicial à saúde. Ou seja, claro que quanto mais se consome, piores são as consequências, mas quem usa o cigarro ocasionalmente, em baladas, por exemplo, também está sujeito às doenças causadas pelo tabagismo.

As projeções dão conta de que, infelizmente, novas vítimas de doenças causadas pelo fumo vão surgir este ano. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima que, no Brasil, serão 11.200 novos casos de câncer de boca em homens e 3.500 entre mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de 10,86 casos novos a cada 100 mil homens no país, o quinto mais comum entre os tipos da doença; e de 3,28 para cada 100 mil mulheres, sendo o 12º mais frequente entre todos os cânceres que atingem o público feminino. No caso do câncer de pulmão, outra forma da doença também causada pelo tabaco, o INCA aponta que serão novos 18.740 casos em homens no país e 12.530 em mulheres, no mesmo período.

O Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, foi criado para lembrar das dezenas de males que estão associadas ao cigarro, e somem-se aí mais de 50 doenças; além do câncer, as que atacam os sistemas circulatório, respiratório e o coração. Imagine que, a cada tragada, mais de 4.500 substâncias tóxicas são inaladas, sendo que três delas são especialmente nocivas: a nicotina, o alcatrão e o monóxido de carbono.

As doenças provocadas pelo cigarro são das mais graves e com potencial para produzir sérias sequelas e levar à morte. Entre elas enfisema pulmonar, trombose, aneurismas arteriais, infecções respiratórias, úlcera do aparelho digestivo, osteoporose, problemas de fertilidade e catarata. Alguns problemas inclusive têm as chances de ocorrência bastante elevadas em razão do fumo. Fumantes, têm, por exemplo, cinco vezes maior probabilidade de ter bronquite crônica, 10 vezes mais chances de desenvolver o câncer de pulmão e cinco vezes mais possibilidades de ter infarto.

Abolir o uso do cigarro é portanto o primeiro passo para evitar ou tratar essas doenças, e a boa notícia é que há diversos métodos contra a dependência. Quando o projeto é melhorar a qualidade de vida, deixar de fumar é meta fundamental.


Silenciar, um desafio que pode mudar a sua vida

Dentro de cada um de nós estão todas as respostas que procuramos e a conexão com essa sabedoria interior é alcançada pela meditação, é o que prega há milênios a filosofia budista. Nas últimas décadas, cientistas em todo o mundo vêm estudando o tema, isolado do seu aspecto religioso, e confirmam os diversos benefícios das práticas meditativas. Como resultado, esses estudiosos propõem técnicas inspiradas nessa sabedoria milenar, e uma das mais difundidas é a do mindfulness, a atenção plena que, aplicada durante as rotinas de trabalho, pode aumentar a produtividade e diminuir o estresse.

O mindfulness é bem conhecido no Brasil, mas ainda pouco praticado nas empresas. As que estimulam a prática têm esse diferencial inserido em seus programas de bem-estar e benefícios. Em espaços físicos específicos durante o expediente, as pessoas são convidadas a sentar e relaxar por alguns minutos, procurando silenciar e observar os próprios pensamentos. Na prática, essas pausas trazem a atenção do praticante ao momento presente, reduzindo o barulho que a mente produz quando está ligada ao passado ou tentando projetar o futuro. É exatamente por isso que há o ganho do aumento do foco, e consequentemente da produtividade.

Foi o pesquisador Jon Kabat-Zinn, da Universidade de Massachusetts, que nos anos 1970 criou um programa de redução de estresse baseado na meditação mindfulness. De lá para cá, a quantidade de pesquisas e a literatura sobre o assunto só crescem, com repercussões nos estudos da neurociência e da inteligência emocional.

Não há como questionar os benefícios do mindfulness e técnicas afins, mas como qualquer prática, ela precisa ser adotada com disciplina e perseverança, igual a quando se decide fazer uma atividade esportiva ou uma reeducação alimentar. E ainda que o primeiro contato aconteça em ambiente de trabalho, é preciso levá-la para fora da empresa, para que passe a fazer parte do seu estilo de vida, uma iniciativa que muita gente vem tomando.

Um dos exemplos mais emblemáticos é Yuval Noah Harari, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém que já vendeu 15 milhões de exemplares de seus livros em todo o mundo e desponta como um dos pensadores mais influentes da atualidade. O israelense de 42 anos declarou em entrevistas recentes que medita duas horas por dia e não tem smartphone. E é com essa forte conexão interior e declaradamente avesso ao contato virtual promovido pelas redes sociais que ele apresentou ao mundo em suas obras uma das mais apuradas visões sobre a humanidade e os impactos tecnológicos. Ele é o autor do best-seller Sapiens: Uma breve história da humanidade (L&PM), publicado inicialmente em Israel em 2011 e traduzido para 45 idiomas, e lança agora o terceiro livro, 21 lições para o século 21 (Companhia das Letras), onde reúne conteúdos de ensaios de sua autoria.

Silenciar enquanto prática que coloca a pessoa em contato consigo mesma é hoje o melhor significado e a mais inteligente utilização dessa palavra. A qualidade do que se vai comunicar nos momentos de extroversão, seja em reuniões de trabalho ou na vida pessoal, certamente será superior, com maior significado, propósito e impactos mais positivos sobre pessoas e circunstâncias. Vale a pena calar e pensar sobre isso.


Os sete erros na alimentação que sabotam o seu bem-estar

Algumas das escolhas alimentares dos brasileiros estão entre as mais prejudiciais à saúde, como já revelou uma pesquisa realizada pelo IBGE. É que além de ter uma dieta pobre em nutrientes, muita gente se excede nas calorias, sobretudo porque aposta nos produtos industrializados. O brasileiro também anda consumindo muito sódio e sofre com carência de vitamina D.

É bom saber que a solução está nas escolhas conscientes, o que depende de força de vontade e compromisso pessoal. Claro, não é tão fácil o quanto parece, mas é possível. E os resultados são recompensadores. Mas, para começar a transformação, é preciso saber quais são os erros que tanto sabotam a saúde e o bem-estar. Depois, basta identificar onde está errando e montar o seu plano para correção. As melhores estratégias para perseverar dependem do perfil de cada um, mas compartilhar o plano com pessoas próximas costuma funcionar, porque é uma maneira de comprometer-se publicamente com uma vida mais saudável.

Os sete erros alimentares que apresentamos a seguir estão tanto nas más escolhas de alimentos quanto em hábitos equivocados. Veja quais são eles e como evitá-los.

 

1. Consumir sal e açúcar em excesso

São tantos os prejuízos causados por esses dois ingredientes que os colocam em primeiro lugar na lista de erros. Aumento da pressão arterial, retenção de líquido, obesidade, envelhecimento precoce e diabetes são alguns desses problemas. Tem até quem coloca porções extras de sal nas refeições a fim de “realçar o sabor dos alimentos”. Se você costuma fazer isso, está na hora de mudar. Cortar os excessos e buscar equilíbrio é a solução, sem precisar chegar ao ponto de ter de cortar radicalmente o sal e o açúcar da dieta para recuperar a saúde.

 

2. Comer poucas fibras

O bom funcionamento do intestino é essencial para a boa saúde. Nesse contexto, a prisão de ventre é um dos quadros mais preocupantes, sobretudo pelo risco de doenças como o câncer do cólon. O consumo regular de fibras é o melhor a fazer para prevenir problemas. Na prática, é colocar diariamente frutas, verduras, alimentos integrais e sementes na dieta. Acontece que muita gente passa longe desses alimentos e capricha na ingestão de produtos industrializados, carregados de sódio, gorduras e carboidratos. Se você faz parte desse grupo, o ideal é rever toda a dieta e contar com a ajuda de um profissional, nutrólogo ou nutricionista, para saber como comer melhor, que alimentos são mais adequados para a sua rotina e perfil, além das quantidades corretas.

 

3. Pular refeições

Problema muitas vezes atribuído à falta de tempo e à rotina de trabalho, deixar de fazer as refeições na hora certa é um dos erros com sérias repercussões, entre elas o ganho de peso. Comer nos horários certos, fazendo os intervalos de três a quatro horas, contribui para o melhor funcionamento do aparelho digestivo e para o equilíbrio na ingestão dos nutrientes e no acúmulo de calorias.

 

4. Beber pouca água

Falha grave, sobretudo quando o tempo está seco, o que é muito comum no inverno em algumas regiões do país. Há quem diga que não sente muita sede e que por isso esquece de beber água. Não dá para aceitar essa desculpa diante dos benefícios do corpo hidratado. E ainda há a variedade de opções para a ingestão de líquidos: sucos naturais, chás, água de coco e vitaminas são alguns exemplos.

 

5. Comer carne vermelha em excesso

Para muita gente que já eliminou essa opção do cardápio, a ingestão de carne vermelha não é mais um problema. Mas o maior prejuízo é mesmo o consumo em excesso, que contribui para o aumento das taxas de colesterol e ácido úrico. Alguns tipos de carne são mais prejudiciais que outros, e os maiores vilões são o bacon e os embutidos, como salsichas e linguiças. Para quem não quer abrir mão do churrasco, por exemplo, o consumo moderado é a solução inteligente. Portanto, reduza as quantidades e faça substituições, seja por frango e peixes ou por vegetais, legumes, oleaginosas e cereais, que sejam ricos em proteína e ferro.

 

6. Não buscar informação nutricional

Pesquisar sobre saúde e alimentação é uma das maneiras mais inteligentes e positivas de utilizar a internet. Claro, com cuidado para buscar sempre fontes confiáveis e não dispensar ajuda profissional na definição da dieta personalizada. Outra fonte de dados essencial são os rótulos dos produtos. É neles que devemos observar a composição de cada alimento, prestando atenção, sobretudo no caso dos industrializados, nas quantidades de gorduras, açúcares e sal.

 

7. Comer rápido e em horas inadequadas

Com a nossa atenção cada vez mais disputada entre tarefas, telas e aplicativos, o tempo para a refeição, além de mais curto, não recebe dedicação exclusiva, como deveria ser. Assim, mesmo sem perceber, mastiga-se rápido, o que prejudica a digestão e a produção dos hormônios ligados à sensação de saciedade. Muitas vezes a agitação também faz com que se coma menos do que o necessário, o que acaba sendo compensado com lanches fora de hora. Tranquilidade e atenção são aliados da saúde na hora das refeições, use-as sem moderação. E evite se alimentar pouco tempo antes de dormir, já que o sono pode ser prejudicado pela digestão.


5 lições do inverno para manter a atividade física e a saúde

5 lições do inverno para manter a atividade física e a saúde

Dias menos luminosos, quedas bruscas de temperatura, ar mais seco. O inverno pode ser pouco atrativo para praticar atividades físicas, sobretudo ao ar livre. Mas, se por um lado as condições do clima tendem a deixar a saúde mais vulnerável a gripes, resfriados, asma, bronquite e sinusite, por outro, persistir na malhação tomando os cuidados necessários pode ajudar, e muito, a manter o organismo forte e resistente a essas doenças.

O clima frio pede uma série de cuidados, antes, durante e depois dos exercícios, que devem, de verdade, virar hábitos. A rotina vai envolver aquecimento antes de malhar, uso de roupas adequadas, alimentação, descanso. Veja agora as cinco grandes lições do inverno para correr, caminhar e realizar outras atividades aeróbicas e esportivas.

 

1. Você deve preparar o corpo para as mudanças bruscas de temperatura e o ar seco

A exposição prolongada ao frio intenso e o choque térmico causado pelas quedas bruscas de temperatura devem ser evitados diariamente. E isso inclui os hábitos dentro de casa, como optar pela água morna e não quente para os banhos, manter o quarto arejado e umedecido antes de uma boa noite de sono, além de beber bastante líquido. Tudo isso vai ser importante para estar preparado e disposto a se exercitar. Vale ressaltar a importância de tomar a vacina da gripe anualmente. E também não se descuide de manter o corpo bem agasalhado em qualquer situação, sobretudo fora de casa. É claro que o corpo aquece quando se está malhando, mas lembre que, depois do treino, terá que se deslocar até a casa. A regra de ouro é que o frio não deve incomodar, ou seja, se você estiver se sentindo desconfortável com a baixa temperatura, alguma providência precisa ser tomada.

 

2. Existe uma alimentação mais adequada para manter a saúde e o bem-estar no inverno

A maior exposição ao risco de doenças respiratórias é o alerta para preferir alimentos ricos em vitaminas e minerais que vão fortalecer a imunidade do organismo. Assim, não podem faltar no cardápio laranja, acerola, goiaba, banana, limão, caju, soja, brócolis, peixe, feijão, milho, beterraba, cenoura, abóbora, cereais e castanhas. Mas claro que só valem as frutas in natura, nada de sucos industrializados. Um cuidado a tomar é o controle da ingestão de chocolates e outros doces, já que muita gente confessa que a vontade de comer essas delícias aumenta no inverno. São calorias que, como sabemos, não vão nutrir o corpo da forma ideal, além de prejudicar a rotina de exercícios. Uma dica valiosa é consultar o nutricionista para que prepare um cardápio mais adequado para a estação, inclusive com receitas e porções de carboidratos e proteínas adequadas às suas necessidades diárias. Não vale copiar dietas alheias, pela óbvia despersonalização, e também evite pular refeições ou comer exageradamente, tudo isso atrapalha o desempenho durante as atividades físicas. Sem falar que, no inverno, a digestão tende a ser mais demorada.

 

3. A rotina de exercícios físicos deve começar com o aquecimento

Não se pode negar que o frio aumenta a vontade de ficar na cama e a preguiça de sair de casa para as atividades físicas. E o ar mais seco de fato pode dificultar a respiração e trazer muito desconforto na hora de malhar. É por tudo isso que se exercitar no inverno é tão desafiador, mas o certo é que persistir e se preparar bem para movimentar o corpo é a melhor medida de proteção à saúde, com ganho de disposição para realizar as outras tarefas cotidianas, no trabalho e em casa.

A primeira providência é não sair de casa sem o agasalho, além de roupas adequadas e confortáveis para a atividade física a que você se dedica. Para fazer a melhor escolha, considere o tipo de ambiente onde estará e as previsões das temperaturas para o período.

Alongar e aquecer antes dos exercícios é outro ponto que nem sempre é lembrado, mas que no inverno ganha ainda mais importância, inclusive em outros momentos do dia. Nas temperaturas mais baixas os vasos sanguíneos estão menos dilatados e a musculatura, retraída. O alongamento repetido sempre que possível também ajuda a estar mais preparado na hora de malhar. Mas o que parece fácil pode estar sendo executado da maneira incorreta, o que pode até causar lesões. Portanto, peça orientação ao seu treinador que, inclusive, pode preparar um programa de exercícios específico para melhorar o seu rendimento e os resultados da atividade física no inverno. E são mais comuns as cãibras no frio, seja por carência de potássio no organismo ou fatores diversos. Assim, o alongamento, que evita o problema, ganha mais relevância.

 

4. O sol não é o único perigo para a sua pele

Vale começar dizendo que o primeiro passo para uma pele saudável no inverno é a alimentação adequada, além do consumo de líquidos. Para além disso, são necessários cuidados não tão diferentes dos que se tomam no verão, já que o filtro solar e a proteção labial são importantes, mesmo em dias nublados. E para praticar exercícios ao ar livre, não esqueça de repor a proteção com a frequência recomendada. Um diferencial da estação é a maior tendência ao ressecamento da pele e dos cabelos, o que reforça a necessidade do uso de hidratantes, sobretudo para mãos, joelhos e cotovelos. A pele mais seca pode ser também influência dos banhos mais quentes, portanto cuide para equilibrar melhor a temperatura da água. O ideal é que os banhos sejam mais rápidos e sem excesso de sabonetes, buchas ou esponjas, que podem deixar a pele seca.

 

5. Você vai sentir menos sede, mas vai precisar de água!

É comum sentir pouca sede e mesmo esquecer de beber água na estação mais fria do ano, já que as temperaturas baixas reduzem a transpiração. Mas, ainda que não pareça, o seu corpo continua precisando de água para garantir o funcionamento dos órgãos, filtrar o sangue e liberar toxinas. Assim, vale a mesma regra do verão: beba líquido frequentemente, inclusive nos momentos de atividade física, quando a hidratação é essencial.

 

QUADRO

CUIDADOS CONTRA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

Além das gripes e resfriados, o inverno é estação propícia ao aparecimento de outras doenças respiratórias, e entre as mais complicadas está a asma, inflamação dos brônquios de origem alérgica provocada, normalmente, por ácaros, pelos, poeira, fumaça de cigarro, e pelo frio. Crises de bronquite crônica também podem ser mais frequentes nesta época do ano, e provocam falta de ar, tosse, pigarro crônico e chiado no peito.

Estar em dia com a vacina contra a gripe é importante para evitar problemas. Isso vale para também para os portadores de doenças crônicas como a asma e a bronquite, mas nesses casos é essencial prevenir as complicações por meio do uso das medicações indicadas pelo médico. Para essas pessoas, o cuidado deve ser redobrado com ambientes fechados e mal ventilados, por isso os exercícios ao ar livre são mais recomendados; o uso de agasalhos, a higiene da casa para evitar a poeira e outros agentes que desencadeiam crises.


Salve o seu ambiente de trabalho no inverno

Salve o seu ambiente de trabalho no inverno

Se o inverno é, por si só, uma estação propícia para a maior frequência de gripes e resfriados – sem contar as doenças respiratórias crônicas como a asma e a bronquite –, os ambientes fechados dos escritórios reúnem condições ainda mais favoráveis. E é por isso que, nessa época do ano, seja bem provável que você ou vários de seus colegas estejam às voltas para se livrar da tosse, dos espirros e de outros sintomas dessas doenças.

A começar pelo uso inadequado dos sistemas de ar-condicionado e pela falta de ventilação adequada, condição ideal para a circulação de vírus. Mas disso todo mundo sabe; o que ainda não acontece de forma ideal em boa parte dos escritórios é a aplicação dos cuidados necessários para barrar a ação dos agentes causadores das doenças no inverno.

E essas providências são responsabilidades tanto da gestão da empresa quanto de cada um, já que passam pela limpeza do ambiente e também pelos cuidados pessoais. Veja as mais importantes:

 

– A variação brusca de temperatura é um problema no inverno e costuma facilitar gripes e resfriados. Sabendo disso e de que as salas do escritório são refrigeradas, não dá para sair de casa sem planejar a roupa do dia a fim de estar bem agasalhado.

 

– A renovação do ar nos escritórios deve ser uma preocupação da empresa, mas cada funcionário precisa estar atento para saber se a limpeza dos sistemas de ar-condicionado é regular. A climatização feita de maneira adequada e com manutenção correta pode garantir a qualidade do ar em qualquer estação, evitando a proliferação dos vírus e bactérias, que provocam de gripes a tuberculose. De qualquer maneira, abrir as janelas regularmente é essencial para um ambiente saudável.

 

– O mobiliário compartilhado é outro ponto de atenção porque facilita a transmissão de doenças. Além da limpeza cotidiana, vale a pena usar álcool em gel para a higienização antes e depois de usar os equipamentos.

 

– Campanhas internas de conscientização sobre essas doenças são uma iniciativa importante da empresa nessa época, alertando inclusive para os riscos de adquirir doenças mais graves como a pneumonia e a meningite, que pode ser causada por vírus, bactérias ou mesmo fungos.

 

– Entre os esclarecimentos a respeito dos riscos à saúde nas campanhas internas deve estar a recomendação sobre os cuidados em casa e nas atividades ao ar livre. Algumas doenças respiratórias podem ser adquiridas no ambiente de trabalho, a exemplo da rinite ocupacional, e prejudicam a produtividade, o que afeta os resultados da empresa.

Previna-se!


O trânsito prejudica o seu trabalho mais do que você imagina

A ida ao trabalho é uma tarefa que constantemente envolve atrasos, contratempos e exposição a ruídos, em razão do trânsito e das dificuldades com o transporte público, uma rotina bem desgastante e que pode trazer mais problemas do que aquela angústia matinal pelo receio de chegar tarde ao trabalho.

Estudo publicado no portal do Environmental Health Perspectives encontrou evidências de que existe relação entre a exposição aos ruídos do trânsito e a cardiopatia isquêmica. Dados de 6.450 participantes foram analisados e as conclusões apontam também o ruído do tráfego associado com a maior pressão arterial em diabéticos, e efeitos mais graves dos ruídos em populações vulneráveis, como adultos com hipertensão. O portal também divulgou estudo que associa a exposição ao trânsito e os problemas na saúde mental, principalmente a depressão, além de estresse e insônia.

A situação pode prejudicar o desempenho no trabalho e, ao longo de meses e anos, trazer muitos prejuízos para a capacidade produtiva e a vida pessoal. O problema já foi percebido pelas empresas e a disseminação do modelo de home office tem, entre outros, esse benefício de poupar os profissionais do deslocamento. Mas quem tem expediente para cumprir fora de casa vai ter de enfrentar as dificuldades do trânsito. A boa notícia é que se pode descobrir, a depender do contexto de cada pessoa, formas de driblar o problema.

 

Veja as possibilidades e avalie o que é mais viável e agradável:

  • Uma alternativa que há algum tempo caiu no gosto de muitos em razão das diversas vantagens é o uso da bicicleta como meio de transporte para o trabalho. Mas não pense que basta pegar a bike e sair pedalando. Além do benefício ao meio ambiente e à saúde física e mental, pedalar pela cidade requer planejamento das rotas, escolha dos horários, treino das habilidades para conduzir a bicicleta, respeito à sinalização de trânsito. E não para por aí: tem a logística que envolve trocas de roupas e a higiene depois de pedalar e antes de começar a trabalhar, adequação de bagageiro para os materiais de trabalho. Parece complicado, mas se estiver com vontade de experimentar, não desanime. Muita gente já é veterana nessa modalidade e conta todos os detalhes em sites, blogs e redes sociais, além de aplicativos de smartphones. Basta pesquisar, e você corre o risco de ficar bastante empolgado.
  • Engajar-se na carona solidária. Taí uma alternativa que não vai livrar você da hora do rush, mas alivia bastante a tensão, já que você vai sair do volante alguns dias e pode ganhar bate-papos interessantes no percurso.
  • Poder contar com horários de trabalho mais flexíveis. Essa opção depende da gestão da empresa onde você trabalha e das políticas de RH. Assim como o home office, a flexibilização de horários é uma tendência adotada por muitas companhias e um enorme benefício para os profissionais e para a melhoria do desempenho das equipes. Se a sua empresa ainda não adotou a medida e você vê essa possibilidade, por que não sugerir? Certamente outros colegas vão comprar a ideia.
  • Morar mais perto e poder ir trabalhar a pé. Essa é uma alternativa desejada por muita gente, que prioriza certas regiões da cidade. Claro que a solução vai demandar maior planejamento para a mudança, sem contar que mexe com toda a rotina, mas quem optou por ela garante que vale a pena. Não é difícil encontrar, entre amigos e colegas, alguém que tenha essa experiência para contar.
  • E se não puder mesmo evitar o carro ou o transporte público, saiba que um outro estudo, divulgado pela Escola de Negócios de Harvard, teve uma conclusão inusitada. Mesmo nas situações estressantes do trânsito, se você conseguir ocupar sua mente planejando as tarefas do dia enquanto se dirige ao trabalho, pode evitar ou reduzir o estresse. Essa tarefa, decobriram os pesquisadores, traz maior satisfação e segurança. Claro que vai ser preciso se educar para adotar esse hábito, mas saiba que os efeitos são positivos mesmo que o planejamento seja feito para apenas uma tarefa.

Uma dessas alternativas, acredite, pode tornar os seus dias muito mais produtivos e livres de estresse. Boas escolhas!