Saúde mental: uma questão de equilibrar demandas

O ritmo da vida urbana e as rotinas sociais e de trabalho são aspectos dos mais relevantes quando se tenta explicar o crescente número de pessoas atingidas por problemas na saúde mental. Muito se fala de doenças como depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, atraso mental, demências, transtorno obsessivo-compulsivo e da dependência de substâncias psicoativas, por exemplo. Essas questões –que historicamente foram envolvidas em muito preconceito e em tratamentos com eficácia duvidosa – hoje recebem atenção mais adequada, mas ainda existe muita desinformação.

 

O conceito de saúde mental é bastante amplo, o que já foi admitido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O entendimento geral é que se trata do bem-estar integral, o que tem a ver com a saúde física, mas também com as dimensões psíquica, social e espiritual.

 

Ou seja, é preciso estar bem fisicamente e tranquilo para enfrentar as dificuldades do cotidiano, além de conseguir exercitar os seus talentos e contribuir com a sociedade. O problema é que, embora sejam questões essenciais, é tudo o que se costuma negligenciar, e esse equívoco causa sofrimento.

 

A OMS estima que 10% da população mundial sofra algum distúrbio de saúde mental, sendo a depressão o mais frequente. Alguns momentos da vida ou situações específicas podem causar os problemas, a exemplo da adolescência e da chegada da velhice, além de questões como morte de familiares, desemprego e divórcio.

 

Para o tratamento das enfermidades, a exemplo da depressão, bipolaridade e esquizofrenia, a ciência oferece medicamentos e terapias eficientes, mas é preciso identificar a reconhecer os problemas a fim de buscar ajuda. Para que isso seja possível, atenção consigo mesmo é a regra. O bem-estar integral que está diretamente ligado à saúde mental pode ser alcançado com atenção a uma série de questões que cada um deve ser capaz de acompanhar constantemente. São elas o equilíbrio emocional; checkup médico; atividade física; sono; ingestão de água, frutas e verduras; hábito intestinal; vida sexual; cuidados pessoais; hobbies e distância dos vícios químicos.

 

Mas como sentir que tudo anda bem com a saúde mental? Os principais sinais são estar bem consigo mesmo e na relação com os demais, ter autoconfiança e boas expectativas sobre o futuro, além de ser capaz de lidar com as adversidades. Tudo isso pode não funcionar em algum momento da vida, por isso é tão importante estar atento a si mesmo.

 

A mente saudável é o que permite a realização pessoal e indica bom conhecimento do contexto em que se vive, aptidão para conviver em sociedade, independência, determinação e, talvez o mais importante, capacidade de adaptação às mudanças. Pessoas que desenvolvem a inteligência emocional e aprendem a lidar com emoções negativas e positivas costumam ter melhor saúde mental, e inclusive podem conseguir superar traumas passados e lidar com as próprias limitações, alcançando uma vida feliz.

 

Para uma boa saúde mental, evite o isolamento social, seja física e mentalmente ativo, mantenha laços de amizade, cuide da saúde física com checkups anuais, desenvolva a espiritualidade e tenha sempre interesses diversificados.


O seu trabalho pode estar abalando a sua saúde mental

Poucas coisas são tão nocivas à saúde mental quanto um trabalho que não traz realização e satisfação. Isso se deve, sobretudo, ao fato de que grande parte do tempo da vida adulta é passado no local de trabalho. Ansiedade, estresse e depressão são os problemas mais comuns e acabam tendo impacto na produtividade, ou seja, o ambiente é nocivo para a pessoa e, emocionalmente abalada, ela também vai deixar de dar o seu melhor, prejudicando o desempenho da empresa.

 

A Organização Mundial da Saúde já divulgou estudo que confirma essas consequências negativas de um ambiente de trabalho problemático e que estima em 1 trilhão de dólares o custo para a economia global da perda da produtividade em razão dos transtornos mentais. Também a OMS informou que tais transtornos serão a principal causa de incapacitação no mundo em 2030, e a depressão será a primeira causa de morbidade.

 

Embora os problemas emocionais estejam entre as causas mais comuns de faltas no trabalho, o assunto ainda não é abordado com naturalidade. Muita gente usa os termos “ansioso”, “bipolar” e “estressado”, por exemplo, de maneira depreciativa, para se referir a pessoas com as quais não compartilham valores ou pelas quais não nutrem simpatia. Além da manutenção dos tabus e preconceitos, não se considera que a maioria dessas doenças é tratável.

Mais do que a ausência de doenças, ter saúde mental significa gozar de bem-estar integral, com capacidade de desenvolver os talentos e habilidades, lidar com pressões da rotina e produzir a fim de contribuir com a comunidade e com a empresa. Acontece que, em muitos contextos profissionais, as pessoas se deparam com organizações que falham ao manter chefias autoritárias, cobranças crescentes por produtividade sem que haja a necessária comunicação e contrapartidas, além dos casos de assédio moral e bullying. Tudo isso é capaz de gerar doenças emocionais.

 

Sem contar a ameaça do desemprego, além dos problemas estruturais de empresas, a exemplo da ausência de recursos e de suporte para a realização das atividades. A ausência de políticas de saúde e segurança, problemas na comunicação entre gestores e equipes, falta de transparência nos processos decisórios, falta de apoio e de clareza sobre os objetivos da organização, jornadas de trabalho pouco flexíveis são outros aspectos nocivos. No entanto, cada vez mais empresas têm investido em programas de saúde que contemplam o bem-estar integral, além de haver maior atenção às questões de assédio, relações problemáticas e equívocos na gestão de pessoas.

 

Uma gestão atenta à qualidade do ambiente de trabalho pode desenvolver diversas iniciativas para contribuir com a saúde mental dos funcionários e, inclusive, acompanhar de perto momentos de instabilidade vividos pelas pessoas, com a possibilidade de ajudá-las a superar dificuldades, com respeito e confidencialidade. Desde a flexilidade da jornada de trabalho, o redesenho de funções e atividades, e políticas para a melhoria dos relacionamentos, até a orientação para terapias e auxílio profissional, dentro e fora da organização.


5 cuidados de que você esquece (mas não deveria) durante o verão

Todo mundo concorda que usar frequentemente o filtro solar e evitar expor-se ao sol nos horários de maior risco são as principais dicas para proteger a saúde durante o verão. A precaução é justificada pelos dados mais recentes divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), de que o câncer de pele representa 30% de todos os tumores malignos no Brasil. E que, para o biênio 2018/2019, a estimativa é de 165.580 novos casos de câncer da pele não melanoma, sendo que os homens serão a maioria das vítimas (85.170 casos) em relação às mulheres (80.410 casos).

 

O dano do sol é a maior, mas não a única das preocupações de quem quer aproveitar a estação do calor. E pensando bem, esse período do ano pode ser uma boa oportunidade de adotar alguns hábitos, muitas vezes esquecidos, para levar a vida de forma mais saudável. Aqui vão cinco dicas que podem contribuir muito para a conquista de mais saúde e bem-estar:

 

 

  1. O sol é um risco, não só na praia

 

Pode ser uma dia normal de trabalho, e mesmo com tempo nublado, mas não se engane: o sol pode queimar a sua pele, mesmo entre nuvens e com maior quantidade de roupa. Por isso, evitar os horários de maior incidência solar, das 10h às 16h, vale para todos os dias do verão. E não é só isso: protetor solar é obrigatório, com fator de proteção de no mínimo 30 e reaplicado a cada três horas, recomendam os médicos, além de óculos de sol com proteção UV. Sem esses cuidados, alguns problemas incômodos podem aparecer: brotoeja, micoses, manchas, herpes labial e queimaduras solares são alguns deles, para os quais é preciso buscar auxílio médico.

 

 

  1. Cuidado, a desidratação é um processo silencioso

 

Entre uma e outra atividade, lembrar de beber água pode ser um desafio e, mesmo com as temperaturas mais altas, é comum não alcançar os dois litros de água recomendados para a ingestão diária. Para não desidratar, esse controle é importante, e não valem os líquidos açucarados. Evitar estar na rua no período de sol mais quente e preferir roupas leves são outras medidas necessárias. Vale lembrar que as bebidas alcoólicas provocam a perda de água pelo organismo. Estar em ambientes arejados também ajuda a manter a hidratação. E atenção para a limpeza de aparelhos de ar condicionado – nessa época bem mais utilizados e que podem propiciar o aumento de bactérias e vírus no ar e a redução da umidade, o que facilita o surgimento de rinite, bronquite e asma. O perigo da desidratação é maior em idosos e crianças, portanto muito cuidado com eles.

 

 

  1. Usar repelente evita algumas doenças comuns na estação

 

Usar repelente, seja em creme ou em formatos para ambientes, é outro hábito recomendável no verão, porque o período de chuvas faz aumentar o número de mosquitos e as chances de uma epidemia de dengue. A citronela é um repelente natural eficiente, e pode ser plantada no jardim de casa ou utilizada em forma de velas ou óleo essencial.

 

 

  1. No verão, a segurança alimentar é muito importante

 

Um dia na praia é um dos melhores programas no verão, mas esse longo período sob o sol pede cuidados redobrados com o cardápio. A começar pela tentação dos alimentos oferecidos por vendedores ambulantes, que podem ter problemas na qualidade, tanto por ficarem expostos ao sol por muitas horas quanto por erros no manuseio. E as consequências podem ser as cólicas abdominais, dor de cabeça, náuseas, enjoo, vômito, diarréia e desidratação. O ideal é pensar bem no que consumir e buscar levar de casa alimentos higienizados e leves, a exemplo de frutas da estação, sucos e saladas de verduras e legumes ricos em água, vitaminas, minerais e fibras. Assim, além de estar bem alimentado, você se mantém hidratado.

 

 

  1. A saúde dos olhos requer ainda mais atenção

 

Os raios ultravioletas também prejudicam a saúde dos olhos, que são bastante sensíveis, podendo inclusive sofrer queimaduras, e muitas vezes não recebem a atenção necessária durante o verão. Para a proteção, o uso de óculos escuros é recomendável. E não só isso: o sal do mar e a areia da praia também representam riscos de irritação e arranhões na córnea.


Outubro Rosa: que informações fazem a diferença?

A campanha do Outubro Rosa é uma das mais bem-sucedidas no que se refere ao envolvimento das pessoas na divulgação sobre a prevenção do câncer de mama, seja nas redes sociais por meio da #outubrorosa e mesmo nas ruas, com uso de botons e outros materiais da campanha. Mas levar a conscientização adiante ainda é um desafio quando são estimados, para o Brasil, 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano do biênio 2018-2019, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

 

 Existe portanto um risco de ocorrerem 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama é o primeiro mais frequente nas mulheres das regiões Sul (73,07/100 mil), Sudeste (69,50/100 mil), Centro-Oeste (51,96/100 mil) e Nordeste (40,36/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19,21/100 mil) também segundo o INCA, isso sem considerar os tumores de pele não melanoma.

 

 Que informações podem ser, portanto, mais importantes passar adiante para alertar as mulheres sobre o problema? A primeira é a receita com os ingredientes da prevenção, que se trata de uma lista de comportamentos para um estilo de vida que vai proteger a pessoa de diversas doenças. E vale muito ressaltar que esses hábitos podem evitar nada menos do que 30% dos casos de câncer de mama. A lista inclui a prática regular de atividade física, a alimentação saudável, a manutenção do peso adequado e a moderação no consumo de bebida alcoólica. A esses quatro pilares da saúde, se soma mais um no caso da preservação das mamas: a amamentação, prática que evita a doença.

 

 Outra informação poderosa se refere a saber identificar os sintomas da doença. É claro que a prevenção não pode dispensar a revisão médica anual, com a realização dos exames de rotina. Mas não se pode dispensar a observação cotidiana das mamas, na ocasião que for mais adequada para cada mulher, seja na hora do banho ou na troca de roupa em frente ao espelho. E a prática é muito simples e sem segredos. Basta verificar se existem possíveis caroços geralmente endurecidos e indolores, nos seios, embaixo dos braços ou mesmo no pescoço; alterações no bico do peito ou saída de líquido da região; e modificação na pele, que pode estar avermelhada ou com aspecto de casca de laranja.

 

 E nada de se apavorar caso encontre algo suspeito, já que pode não se tratar da doença. Se algo parece estar anormal, procurar um médico para a avaliação diagnóstica é o certo a fazer. Vale lembrar que, detectado em fase inicial, esse tipo de tumor tem mais chances de cura, daí a relevância do autoexame.

 

 E a última orientação é algo que mulheres que buscam atendimento médico para prevenção anualmente já sabem: a mamografia diagnóstica e demais exames complementares, solicitadas pelo especialista, permitem investigar lesões suspeitas. Já as mulheres com idade entre 50 e 69 anos devem realizar, uma vez a cada dois anos, por recomendação do Ministério da Saúde, a mamografia de rastreamento, ou seja, quando não há sinais nem sintomas da doença.


Saúde e Segurança do Trabalho são temas de observatório digital

O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram, em abril, o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho – acesse aqui.

A intenção é unificar e facilitar o acesso a estatísticas detalhadas e atualizadas sobre o assunto, com informações reunidas em bancos de dados de instituições e órgãos governamentais de todo o país. Os dados podem ser utilizados no desenvolvimento, monitoramento e avaliação de projetos, programas e políticas públicas e corporativas de prevenção de acidentes e doenças no trabalho.

No portal, o usuário encontra indicadores de frequência de acidentes de trabalho, número de notificações, gastos previdenciários acumulados, dias de trabalho perdidos, mortes por acidentes, localização dos acidentes e afastamentos, ramos de atividade econômica envolvidos, perfis das vítimas e descrições da Classificação Internacional de Doenças. Um dos dados disponibilizados revela que cerca de R$ 20 bilhões foram gastos com benefícios acidentários entre 2012 e 2016 no Brasil, período em que os trabalhadores perderam juntos mais de 250 milhões de dias de trabalho devido a acidentes e doenças ocupacionais.

O Observatório foi desenvolvido pelo Smart Lab de Trabalho Decente do MPT e da OIT, com a colaboração científica da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).


Geração Millennials é mais satisfeita com planos de saúde

Os trabalhadores da geração Y, ou Millennials, pensam de forma bem diferente dos seus colegas das gerações X e Baby Boomer quando se trata dos benefícios de saúde. Isto porque estão muito mais satisfeitos com opções de plano de saúde e mais ativamente envolvidos na escolha de um plano e na tomada de decisões de cuidados de saúde; além de mais propensos a se envolver em comportamentos saudáveis, exceto parar de fumar.

Foi o que mostrou a Pesquisa do Envolvimento do Consumidor na Atenção à Saúde, realizada nos Estados Unidos pelo Employee Benefit Research Institute (EBRI), o Instituto de Pesquisa de Benefícios a Empregados, e pela Greenwald & Associates.

As informações ajudam os empregadores a entender os interesses e comportamentos de diferentes perfis de trabalhadores com relação aos planos de saúde.

Os jovens Millennials consomem mais cuidados com saúde e também são mais propensos a solicitar medicamentos genéricos. Têm frequentemente o hábito de consultar informações sobre custos dos procedimentos médicos e fazem exercícios físicos com maior regularidade, além de serem mais preocupados em manter o peso normal. No entanto, têm maior tendência ao tabagismo. A pesquisa mostrou que este grupo é mais satisfeito com as ofertas dos planos de saúde de maneira geral.

A geração Millennials é composta pelos nascidos entre 1977 e 2000; os Baby Boomers, por quem nasceu entre 1946 e 1965. E a Geração X, no período de 1966 a 1976.


Aumentam os cuidados das empresas com saúde e bem-estar no ambiente de trabalho

A ergonomia no trabalho e a alimentação saudável são preocupações cada vez mais comuns entre as empresas. Recente levantamento revelou que 55% das companhias consultadas oferecem mesa de trabalho ergonômica, sendo que o percentual foi de 43% na mesma pesquisa realizada no ano anterior.

A oferta de alimentos saudáveis para refeições e lanches no local de trabalho também é mais frequente: 48% das empresas têm políticas sobre opções de alimentos saudáveis em sua cafeteria, nas máquinas de venda automática e nos serviços de restaurante; e 28% oferecem descontos ou diferenciais de preços dos alimentos saudáveis no refeitório.

Os resultados são da pesquisa com 141 organizações grandes e médias nos Estados Unidos, realizada entre novembro e dezembro de 2016. Trata-se da 8ª pesquisa anual sobre saúde corporativa e bem-estar em empresas norte-americanas conduzida pela Fidelity Investments, um provedor de benefícios, e pela organização sem fins lucrativos National Business Group on Health, uma associação de empregadores.

Experiências de voluntariado

O percentual de empregadores que oferecem oportunidades para que os funcionários sejam voluntários em projetos comunitários aumentou de 67% para 79% na mesma pesquisa. Em consultas frequentes, profissionais da geração Millennials revelaram que entendem a participação no serviço comunitário como parte importante de sua vida.

A pesquisa também apontou que incentivos não financeiros são importantes estímulos, sobretudo os que repercutem no reconhecimento público, a exemplo das homenagens por desempenho, além da oportunidade de liderar equipes em determinados projetos.


Empresas concedem maiores incentivos para estimular participação de funcionários em programas de promoção da saúde

Cresce o número de empresas que estão ampliando os programas de bem-estar dos funcionários, incluindo a segurança financeira e oportunidades de voluntariado comunitário.

Oitenta e quatro por cento dos empregadores entrevistados na 8ª pesquisa anual sobre saúde corporativa e bem-estar declararam que oferecem aos seus trabalhadores programas de segurança financeira, a exemplo do acesso a ferramentas de gestão da dívida ou aconselhamento de empréstimo a estudante. No ano anterior, este percentual era de 76%. A pesquisa é realizada em empresas norte-americanas pela Fidelity Investments, um provedor de benefícios, e pela organização sem fins lucrativos National Business Group on Health, uma associação de empregadores.

O levantamento aconteceu entre novembro e dezembro de 2016 e inclui respostas de 141 organizações grandes e médias em todo o país. Os entrevistados foram questionados sobre seus programas de benefícios para 2017.

A pesquisa também mostrou que 95% dos empregadores ouvidos estão oferecendo programas de bem-estar físico em 2017, e 87% fornecem benefícios de saúde emocional, tais como o aconselhamento de saúde mental.

Além disso, 74% dos entrevistados incluem incentivos aos funcionários dentro de suas iniciativas de bem-estar. O valor médio de incentivo aos funcionários foi de US$ 742 este ano, acima de US$ 651 em 2016 e US$ 521 em 2013.

Os empregadores também estão aumentando os incentivos para que os cônjuges e parceiros participem de ofertas de bem-estar, com o incentivo anual médio em US$ 694, 47% acima da média de 2016, de US$ 471.

Entre os programas de segurança financeira mais populares estão:

-Seminários (oferecidos por 82% dos empregadores)
-Acesso a ferramentas para apoiar decisões financeiras como hipotecas, testamentos e proteção de renda (74%)
-Ferramentas e recursos para apoiar a poupança de emergência, gestão da dívida e orçamento (71%)
-Aconselhamento sobre empréstimo a estudante ou assistência de reembolso (25%)

E os programas de bem-estar físico:

-Cessação do tabagismo (91%)
-Atividades físicas (86%)
-Gerenciamento de peso (79%)