Coronavírus x Gripe: informação pode salvar vidas

Desde que foi descoberto, no final do ano passado na China, o novo coronavírus tem sido um desafio para populações de diversos países. Embora a vacina contra a COVID-19 ainda esteja em estudo, as informações sobre sintomas, prevenção e diagnóstico dessa doença que causa infecções respiratórias podem ajudar a vencer a guerra contra o vírus.

Além de entender como o coronavírus se comporta, vale a pena relembrar como funcionam a gripe e o resfriado. Essas duas têm sintomas parecidos: espirro, coriza, dor de cabeça, nariz entupido e garganta irritada são os mais comuns. Mas a diferença entre elas existe e deve ser observada com atenção. Ao contrário do resfriado, a gripe debilita o paciente, faz com que ele se afaste das atividades diárias, justamente porque os sintomas são bem mais intensos. Ou seja, se esse for o quadro do paciente, um erro grave seria imaginar que é só um resfriado, ou mesmo uma rinite alérgica.

A situação fica mais comum entre o outono e o inverno, portanto é preciso começar a prestar atenção a possíveis sintomas para ter certeza de qual é mesmo o problema, ainda que seja necessária a ajuda de um médico no diagnóstico.

Atentos aos sintomas

Em primeiro lugar, é preciso conhecer os sintomas. A COVID-19 pode provocar tosse, febre alta constante e falta de ar. Pode, também, causar infecção do trato respiratório inferior, a exemplo da pneumonia.

No resfriado, a pessoa pode ter uma leve dor de garganta (faringite), febre em torno dos 37º C e indisposição. Dessa forma, o quadro permanece durante três ou quatro dias e, em seguida, o paciente começa a melhorar. Tudo isso acontece sem provocar mudanças na rotina profissional e na vida pessoal.

Quando se está com gripe, a febre é alta, chegando a passar dos 38,5º C e persistente por vários dias. Aliás, a febre já é a primeira responsável por deixar a pessoa de cama, somada às dores no corpo, mal-estar intenso e dor de cabeça. Ou seja, o quadro é bem mais sério e o vírus pode se manifestar em todo o aparelho respiratório, chegando aos pulmões. Justamente essa intensidade, caso não receba tratamento adequado, pode trazer complicações graves e, eventualmente, a morte.

Defesas naturais

Uma vez que ainda não adquiriram imunidade contra os vírus do resfriado e da gripe, as crianças são mais vulneráveis a eles. Com o tempo, a imunidade é reforçada, mas, como vão surgindo novos tipos de vírus, esses problemas podem retornar durante toda a vida.

Assim que as melhores defesas contra esses problemas são os bons hábitos. Lavar as mãos corretamente; cobrir a boca e o nariz com um lenço ao tossir ou espirrar, para bloquear a disseminação do vírus; e evitar aperto de mãos se a pessoa está gripada ou resfriada são alguns deles. E também não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e garrafas; evitar locais fechados e aglomerações; manter os ambientes ventilados; evitar contato com pessoas doentes; praticar exercícios físicos e manter-se hidratado e bem alimentado.

No caso do coronavírus, as recomendações sobre a lavagem correta das mãos, uso de álcool gel, não compartilhamento de objetos de uso pessoal, manutenção dos ambientes ventilados e cuidados específicos ao espirrar e tossir, para evitar a transmissão do vírus, somam-se às restrições de contato social. O isolamento é considerado a melhor forma de se prevenir contra a transmissão da doença e, assim, soluções como trabalho em home office e atividades físicas em casa, por exemplo, têm sido aliados para enfrentar essa fase.

O risco das aglomerações

É a proximidade entre as pessoas em locais fechados e não a temperatura do ambiente que facilita as transmissões virais. Ou seja, o vento frio faz as pessoas ficarem juntas em lugares abrigados, e é esse comportamento que permite a transmissão dos vírus. Isso porque, inevitavelmente, quem estiver doente vai tossir, espirrar e falar próximo a outras pessoas, e o vírus pode alcançar os demais se a distância entre elas for menor que um metro.

Atenção ao tratamento

A boa notícia é que tratar a gripe é algo que se pode fazer em casa, com repouso e hidratação oral, para eliminar as secreções mais facilmente. Em segundo lugar, analgésicos e antitérmicos, preferencialmente paracetamol e dipirona, são importantes para combater a febre e a dor. Xaropes e descongestionantes nasais também ajudam a enfrentar o quadro gripal.

Portanto, buscar emergências e hospitais só em casos graves, até porque esses locais recebem outros doentes e são ambientes propícios para a transmissão da gripe e de outras doenças.

No caso do coronavírus, embora não haja tratamento específico, aliar repouso, consumo de líquidos e medicamento para dor e febre é importante para fazer frente ao vírus. Com o teste positivo para a doença, é fundamental contar com ajuda médica para evitar complicações, sobretudo em idosos, pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidas.

Vacinação começa mais cedo

A campanha de vacinação contra o vírus da gripe, do Ministério da Saúde, vai começar no próximo dia 23 de março. Esse ano, em razão da pandemia provocada pelo novo coronavírus, os idosos serão o primeiro grupo a receber a vacina, uma vez que são os mais vulneráveis a ter complicações graves com a doença. Além disso, a vacina contra o coronavírus ainda está sendo desenvolvida, e os especialistas calculam que só estará disponível em até um ano e meio.

A vacina contra a gripe protege contra tipos de influenza (família do H1N1) e não contra o coronavírus. No entanto, o benefício é que pode ajudar no diagnóstico por eliminação, se houver suspeita de COVID-19. Isso porque os profissionais de saúde podem descartar o H1N1 na triagem de pacientes com sintomas gripais mas que tomaram a vacina.

Acompanhe o calendário de vacinação contra a gripe

A partir de 23 de março: Idosos com mais de 60 anos ou trabalhadores da saúde.

A partir de 16 de abril: Podem se vacinar professores e profissionais de segurança e salvamento.

A partir de 9 de maio: É a vez das crianças de 6 meses a menores de 6 anos, doentes crônicos, pessoas com 55 anos ou mais, grávidas, mães no pós-parto, população indígena e portadores de condições especiais.

Dia D de vacinação: 9 de maio

Fontes: Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia


Esteja pronto para quando o Carnaval passar

Carnaval não é a festa da firma, mas, a depender de como você encare a folia, podem haver consequências negativas para o trabalho. Os dias de diversão e de muitos apelos a cometer excessos podem desgastar e comprometer a saúde, e atrapalhar a produtividade na volta às atividades profissionais.

É possível tomar algumas precauções para evitar problemas depois da festa, e a principal delas é pegar leve no consumo de bebidas alcoólicas, já que se descuidar nesse aspecto, além dos danos à saúde do fígado, por exemplo, pode levar às condutas arriscadas, como a prática do sexo inseguro. O contato sexual de qualquer tipo sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada, é a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e do HIV.

O uso da camisinha em todas as relações sexuais não é a única estratégia para evitar a Aids. Testes frequentes para a detecção do vírus e, em caso de diagnóstico positivo, o início imediato do tratamento são as condutas esperadas. O preservativo protege também contra sífilis, herpes, gonorreia, as hepatites B e C, além de outras várias doenças. Ao contrário do que se imaginava no passado, não existem grupos de risco específicos, já que pessoas de quaisquer perfis estão vulneráveis ao contágio.

Não só o sexo, mas o beijo também traz riscos por poder ser a via de transmissão de algumas doenças virais, a exemplo da mononucleose infecciosa e do herpes labial. Sendo assim, vale a pena ter algum critério e bom senso na escolha dos parceiros.

Segurança alimentar e pele protegida

Outro cuidado durante a festa é sobre a escolha da comida, principalmente se você preferir se alimentar na rua. O ideal é comer em casa, com refeições saudáveis e ricas em carboidratos, para chegar na festa com energia, evitando alimentos gordurosos. Ficar muitas horas sem comer está fora de cogitação, o mesmo vale para a ingestão de água, essencial para a hidratação. Frutas, sucos, sanduíches e cereais são as melhores opções na hora do lanche.

A exposição ao sol, sobretudo entre as 10 e 16 horas, só com o uso de filtro solar e reposição a cada duas horas. Não esqueça de proteger os olhos com óculos escuros.

Deixar de descansar dessa maratona que é o Carnaval pode levar o corpo à exaustão, e inclusive interferir na baixa da imunidade do organismo. Mas não dá para colocar o sono em dia apenas quando a festa acabar, já que logo em seguida o expediente normal de trabalho continua, se você não estiver em férias. Portanto, entre uma saída e outra, é preciso dormir o máximo de tempo possível, aproveitando as manhãs e os intervalos nas programações. Com esses cuidados, você estará bem para voltar à rotina quando o Carnaval passar.

Fontes: Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde


Saúde mental: como anda a sua?

Fatores externos – o trânsito, a relação com colegas de trabalho, a economia do país, problemas de infraestrutura urbana – interferem cotidianamente na vida de todo mundo, e muitas vezes a solução não depende só de nós. Também somos atingidos pela própria subjetividade – os pensamentos, sentimentos, emoções –, e aí que surgem algumas dificuldades, já que muita gente não dá a importância devida. A boa notícia é que manter a mente sã é algo que depende de cada um, e o melhor, traz repercussões muito positivas em outras áreas da vida.

Entre os problemas que podem comprometer a saúde mental, estão os que atingem as pessoas mais especificamente e em certas etapas da vida, a exemplo da demência senil, da dislexia e do autismo. Outros distúrbios são provocados pelas imposições do cotidiano, especialmente o estresse e a ansiedade.

É possível evitar o adoecimento mental, prevenir sofrimentos e relações tóxicas, além de curar traumas. Embora cada pessoa possa buscar a sua forma de fortalecer a mente, existem duas principais soluções nesse caminho: o autoconhecimento e o suporte profissional e multidisciplinar.

Ser emocionalmente saudável requer dedicação e consciência, e é tão importante que deveria fazer parte das definições de ano-novo, como propõe a campanha #janeirobranco. Na hora de refletir sobre os desejos e objetivos, por que não pensar sobre a saúde mental, e o quanto ela está ligada ao bem-estar e ao sucesso?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo; e a doença tinge pessoas de diferentes faixas etárias e classes sociais. A falta de informação, a vergonha e o preconceito histórico sobre o assunto tornam mais difícil lidar com a questão.

Por outro lado, com coragem e um pouco de atenção aos sinais emitidos pelo corpo quando algo não vai bem com a mente, é possível se dar conta do problema e, assim, buscar solução. Alguns dos sinais podem ser a agressividade, irritação, isolamento, problemas com a memória e a concentração, pessimismo, baixa autoestima, além de sintomas físicos como dor de cabeça, dores musculares, pressão alta, cansaço e distúrbios digestivos.

Aqui vai a receita para uma mente sã com os sete ingredientes abaixo. Você pode personalizar a sua, incluindo outros e ajustando as doses, para que o equilíbrio se traduza em harmonia:

1. Alimentação saudável: faz bem para a mente, tanto quanto para o corpo. Para fazer as melhores escolhas alimentares e perseverar, é preciso estar consciente, ler bastante a respeito e, se preciso, procurar ajuda especializada.

2. Bons amigos: conviver com pessoas com as quais se tem afinidade, consideração e respeito é uma das mais ricas experiências de uma vida. Cuide-se contra as relações tóxicas e abusivas. Quanto maior o autoconhecimento, melhores amizades teremos e menores os riscos de se envolver em relacionamentos destrutivos.

3. Espiritualidade: são diversos os caminhos da evolução espiritual, e cada pessoa tem a sua forma de compreender e se conectar com o sagrado. Este é um aspecto bastante relevante da vida, que pode se realizar de muitas formas, a exemplo da meditação, leituras e práticas religiosas.

4. Atividades físicas: não vale ser um praticante eventual. As doses de atividade física precisam ser constantes e equilibradas, ou seja, os que abusam dos exercícios por motivação estética também podem ser prejudicados, inclusive na saúde mental.

5. Autoconhecimento: conhecer-se é essencial para viver bem. O caminho do autoconhecimento é bastante particular, mas a psicoterapia e algumas práticas como a meditação e leituras trazem muitos benefícios. Quem se conhece está mais bem preparado para enfrentar os desafios da vida e prevenir situações que podem gerar problemas como a síndrome de burnout, o esgotamento profissional.

6. Meio ambiente: é importante reservar um tempo na rotina para estar em contato com a natureza, seja em parques, praias, florestas. São momentos excelentes para meditar, refletir, reequilibrar-se e dar vazão às boas decisões e à criatividade.

7. Arte: a expressão artística, ainda que de forma amadora, tem um grande poder transformador na vida das pessoas. Dança, canto, artes plásticas, entre outras práticas, são fontes de autoconhecimento, realização e alegria.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria e Organização Mundial da Saúde


Burnout: quando o trabalho abala a saúde mental

Entre os diversos distúrbios psíquicos, a síndrome de burnout tem relação direta com o ambiente de trabalho. A pessoa atingida fica em estado de tensão e estresse, um esgotamento profissional que pode acontecer quando a atividade desempenhada exige a relação interpessoal mais intensa e direta. Você percebeu algo familiar na afirmação anterior? É isso, as profissões que envolvem contato direto com públicos diversos são as mais atingidas, o que inclui o profissional de RH, além de professores e policiais, por exemplo.

Essa realidade mostra o quão desafiadoras são essas atividades. Na rotina de uma pessoa com a síndrome de burnout, resultado de condições de trabalho desgastantes, podem ocorrer ausências, dificuldade de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade e baixa autoestima. Outros problemas podem surgir, entre eles pressão alta, insônia, dor de cabeça e cansaço.

A Campanha Janeiro Branco foi criada para convidar as pessoas a refletirem sobre a saúde mental, sua manutenção e a prevenção das doenças. O início do ano é um período propício para refletir sobre a própria vida, as crenças, emoções e pensamentos, algo que termina por influenciar o comportamento e, dessa maneira, o rumo dos acontecimentos. Existe um claro benefício em pensar sobre o sentido e o propósito da própria vida, sobre o autoconhecimento e como estão os relacionamentos interpessoais.

Para diagnosticar o burnout, o especialista, seja psicoterapeuta ou psiquiatra, levanta o histórico profissional do paciente e pode prescrever tratamento com psicoterapia e antidepressivos. Mudanças no estilo de vida serão necessárias, e envolvem uma rotina com mais tempo para si, com momentos de relaxamento e atividade física regular.

Já para prevenir o surgimento da síndrome de burnout, um estilo de vida que traga mais equilíbrio entre o trabalho e o descanso também é essencial. Desconsiderar o problema pode agravar a situação, portanto vale a pena avaliar as próprias condições de trabalho, se estão prejudicando a saúde física e mental, interferindo na qualidade de vida.

Se existe prejuízo, o ideal é repensar e promover transformações, inclusive propondo uma nova dinâmica de trabalho. A ansiedade e a depressão que podem atingir a pessoa nessas circunstâncias devem ser tratadas com ajuda profissional, evitando escapar do problema com artifícios como o consumo excessivo de álcool, por exemplo.

No ritmo acelerado da vida, as pessoas podem não perceber logo que estão desenvolvendo o distúrbio, e por essa razão é importante poder contar com o apoio dos colegas e familiares. Se alguém demonstra estresse excessivo, mudanças no comportamento e agressividade no trabalho, pode estar precisando de ajuda. Abordar o assunto requer tranquilidade e acolhimento, o que pode ser feito com ajuda profissional especializada.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria


Fale com o seu colaborador sobre o câncer de pele

No Brasil, 30% de todos os tumores malignos correspondem ao câncer da pele, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Isso faz desse tipo de tumor o mais incidente no país, fato que já aumenta a relevância das campanhas de conscientização pela prevenção da doença.

O tema é dos mais importantes para as campanhas de Comunicação interna nas empresas, com potencial para sensibilizar as pessoas e ajudar a reduzir números preocupantes, a exemplo dos cerca de 180 mil novos casos da doença a cada ano no país.

O fundamental na campanha pela prevenção e pelo diagnóstico precoce é destacar que, se descoberta no início, a doença tem mais de 90% de chances de cura, e orientar as pessoas sobre os cuidados que podem evitar o câncer de pele, além de instruções sobre como identificar os sinais da doença.

Um dado importante sobre o assunto tem tudo a ver com as empresas. É que a radiação que pode provocar envelhecimento precoce da pele, manchas e tumores malignos não está somente ao ar livre, em praias e piscinas, mas também nos ambientes fechados dos escritórios. Por isso é preciso aplicar e reaplicar filtro solar em qualquer ambiente, para se proteger da luz vinda das lâmpadas, dos aparelhos eletrônicos, a exemplo de celulares e computadores, e também da radiação UVA que ultrapassa os vidros das janelas.

Prevenção e sinais

O crescimento anormal das células que compõem a pele é a manifestação do câncer, que tem formas distintas; os mais comuns são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O terceiro tipo, o melanoma, é menos incidente, mas mais agressivo e potencialmente letal.

O fator de risco para todos os tipos da doença é a exposição excessiva e sem proteção aos raios solares. Por isso o uso do protetor solar sobre toda a pele que fica em contato com o sol é a principal recomendação das campanhas. Já o diagnóstico precoce pode começar com o autoexame, quando a pessoa, sozinha ou com ajuda de um parente, por exemplo, observa todo o corpo em busca de manchas ou pintas com formato ou coloração suspeita. O próximo passo é a consulta com o dermatologista.

Chamar a atenção dos colaboradores para a importância de desenvolver o hábito das ações de prevenção, além de convidar à reflexão sobre a importância de priorizar a saúde em lugar de um corpo bronzeado, são as estratégias fundamentais nas campanhas de conscientização.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


Câncer de pele: atenção aos sinais

Câncer de pele nunca é uma boa notícia, mas existe um dado positivo: quando descoberto no início, tem 90% de chances de cura. Esse é então o melhor argumento para convencer as pessoas a se prevenir e a buscar o diagnóstico precoce.

Especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia entendem que é possível reduzir a incidência de câncer de pele e a mortalidade por meio de campanhas de conscientização como a do #dezembrolaranja. Nesse contexto, uma das informações mais relevantes é que o principal fator de risco é a exposição excessiva e sem proteção aos raios solares, por isso é relevante saber como tomar sol corretamente.

O principal a fazer é usar diariamente o protetor solar, com fator de proteção 15 ou 30 e reaplicações em intervalos de duas a três horas; evitar a exposição direta aos raios solares nos horários de maior incidência, entre as 10h e 16h; manter boa hidratação; usar óculos de sol com proteção UV, chapéus ou bonés.

O câncer de pele costuma se manifestar em uma pinta, mancha ou como uma ferida que não cicatriza. Observar alteração na pele por meio do autoexame é uma iniciativa importante, mas o ideal é também consultar o médico regularmente ou sempre que houver uma suspeita.

Os tipos mais comuns de câncer de pele são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, com grandes chances de cura se diagnosticados e tratados precocemente. O terceiro tipo é o melanoma, o mais agressivo e potencialmente letal.

Informações relevantes

Um aspecto importante e que precisa ser mais considerado é que os danos causados pelo sol são cumulativos. Isso significa que, com o passar dos anos, quanto mais frequente e intensa tiver sido a exposição ao sol, mais chances de ocorrerem manchas e tumores malignos.

Estudos científicos recentes vêm revelando que os raios UVA estão ligados ao surgimento do melanoma, além do envelhecimento precoce da pele. Os raios UVA incidem durante todo o dia e penetram na pele mais profundamente.

Conhecer o seu tipo de pele ajuda muito na definição dos cuidados ideais e, portanto, na prevenção do câncer. Pode-se descobrir o tipo de pele na consulta ao dermatologista, que também pode ajudar a definir um limite tolerável de exposição ao sol. Quanto menor a produção do pigmento melanina, uma proteção natural do organismo contra os raios ultravioletas, mais vulnerável será a pele aos danos causados pelo sol.

O diagnóstico precoce do câncer de pele é feito com a avaliação das lesões iniciais, pelo dermatologista no consultório ou por meio de exames como a dermatoscopia, que mostra aspectos da mancha ou da pinta suspeita não visíveis a olho nu.

Em regra, para reconhecer um melanoma maligno, é preciso que a mancha ou pinta tenha pelo menos três dessas características: seja assimétrica, tenha bordas irregulares, coloração variável e diâmetro maior do que 6mm.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


Deloitte, everis, iFood e Vivo: desafios e resultados da implantação de benefícios flexíveis

O segundo painel do Simpósio Benefícios Flexíveis: Implantação de A a Z promoveu uma imersão nas experiências de quatro empresas que já implantaram benefícios flexíveis: Deloitte, everis, iFood e Vivo. Gestores de RH das empresas contaram as histórias da implantação, os desafios, aprendizados e resultados, em uma conversa mediada por Ronn Gabay, líder dos times de consultoria e negócios da Bematize.

Veja agora trechos dos seus depoimentos.

 A implantação dos benefícios flexíveis na Deloitte durou um ano, desde o estudo da viabilidade, conversas com operadoras de saúde etc. Tudo deu muito certo, especialmente porque fizemos uma comunicação envolvente, assertiva e clara junto com gestores e tomadores de decisão. O funcionário também deve saber que o benefício flexível é um dos pilares da remuneração total. É uma mudança de pensamento e de cultura”, Elisângela Santos, supervisora de Benefícios da Deloitte.

 Implantamos benefícios flexíveis há dois anos. Queríamos inovar, mantendo os custos. Para ter sucesso nesse projeto, o RH precisa entender qual o propósito, vender bem a ideia na companhia, pensar estrategicamente o que faz sentido para o público. Um dos desafios foi ajustar um programa que atendesse às necessidades de todos, já que na everis temos diferenças por categoria e regionalidade. Tivemos atenção especial na parte jurídica, e nunca tivemos problema nesse sentido. As pessoas estão acostumadas a fazer a escolha dos benefícios junto com o RH. Quando a colocamos em frente a um portal online para comprar os benefícios, é que ela percebe o impacto, que é a única responsável por tudo aquilo. A Comunicação deve destacar esse protagonismo”, Renata Trasmonte, gerente de Recursos Humanos da everis.

  No início de 2018, implantamos benefícios flexíveis com um desenho inovador e em apenas seis meses desde as primeiras conversas internas. Convencer a área de finanças de que o custo da flexibilização não seria maior foi o grande desafio. A maior lição de todo o processo foi a necessidade do foco total na comunicação. Óbvio que a empresa tem de determinar uma cesta de benefícios, mas o colaborador é protagonista. Entre os resultados, conseguimos atrair talentos, aumentamos a percepção e a satisfação sobre benefícios, que é de 85% segundo a última pesquisa”, Lucas Lorenzato, Head de People Development, Compensation & Benefits, Payroll do iFood.

 Em 2016, implantamos o programa de benefícios flexíveis na Telefônica em quatro meses. Trata-se de um desafio cultural, as pessoas têm opinião própria. Uma comunicação bem estruturada é fundamental para reduzir possíveis resistências. Temos públicos muito distintos na empresa com 34 mil colaboradores. São profissionais da administração, call center, loja e campo. É preciso ouvir as lideranças, suas opiniões e percepções de valor. Já na primeira pesquisa após a implantação, tivemos 87% de favorabilidade. Um dos desafios é a negociação com as operadoras de planos de saúde e seguro de vida. Mas a favor da Vivo temos o volume, são 80 mil vidas. Ainda assim, no começo percebemos restrições por parte das operadoras, pelo desconhecimento de como funciona a flexibilização. Mas hoje já se conhece a viabilidade e o mercado está mais flexível. É muito importante deixar as regras bem claras com as operadoras, além de acompanhar a sinistralidade e fazer os ajustes necessários em cada período”, Fábio Nadal, Consultor de Recursos Humanos na Vice-Presidência de Pessoas da Vivo.

 Acompanhamos as estatísticas dos nossos clientes que têm programas de benefícios flexíveis e os resultados são que, em média, 5% dos colaboradores fazem upgrade nos planos de saúde e 12% fazem downgrade. Isso representa 4,7% de redução na fatura de saúde, ou seja, recurso que deixou de ser gasto e deve ser entendido como uma reserva para compensar os riscos”, Ronn Gabay, líder dos times de consultoria e negócios da Bematize.


A receita para implantar benefícios flexíveis

A adoção de programas de benefícios flexíveis já é uma tendência, embora ainda não seja uma prática tão comum entre as empresas no Brasil. Um dos motivos é que a solução tecnológica que viabiliza esse projeto é relativamente recente. Quem saiu na frente e já implantou os seus programas tem a vantagem de contar com o grande valor dos benefícios flexíveis: o poder nas mãos dos funcionários para a escolha dos seus benefícios, um protagonismo que permite a cada pessoa modificar a própria realidade.

Trata-se portanto de uma mudança de comportamento, e um dos resultados é o maior engajamento dos funcionários, além do aumento da satisfação, algo que pode ser mensurado.

A Telefônica/Vivo, empresa com o maior programa de benefícios flexíveis da América Latina, faz levantamentos regulares sobre o impacto da flexibilização entre os seus 34 mil funcionários e aponta que os benefícios flexíveis são o maior motivador de permanência dos profissionais na empresa e o atributo com maior favorabilidade em ambiente e clima organizacional.

Quando a empresa flexibiliza benefícios, converte o pacote de benefícios oferecidos em pontos, que podem ser usados na escolha de diversos benefícios pré-definidos. Mas qual o passo a passo para atingir esse objetivo?

Oferecer essa resposta foi o propósito do Simpósio Benefícios Flexíveis: Implantação de A a Z, realizado pela Bematize. Vandson Cunha, líder de projetos e sistemas da Bematize, assumiu a missão de detalhar para a plateia do evento as etapas do processo: argumentação e convencimento, implantação e controle. Em cada uma delas, são definidas as áreas da empresa envolvidas, as informações de entrada, as atividades e o resultado, ou seja, o que será definido ali para ser entregue ao próximo passo.

Todos esses aspectos foram detalhados durante a palestra, para mostrar que um programa de benefícios flexíveis é uma grande oportunidade para os profissionais de RH contribuírem para transformar a organização onde trabalham.

Acerte na comunicação ou comprometa os resultados

Tão importante quanto dar poder de escolha ao colaborador é garantir que ele entendeu essa mensagem. Benefícios flexíveis envolvem mudança de comportamento, percepção, experiência. É fundamental que todos os colaboradores estejam bem informados sobre o programa, como ele funciona, a sua importância e qual o papel de cada um.

Se a comunicação não for muito bem planejada e executada, os resultados podem ser seriamente comprometidos.

Na primeira etapa do processo, de argumentação e convencimento, a equipe de Benefícios vai conversar com a liderança da empresa a fim de convencê-la sobre a relevância do projeto. Antes da decisão de optar ou não pela implantação, é preciso escolher o modelo e estudar a sua viabilidade.

Para tanto, uma das atividades é analisar o mercado para saber como outras empresas estão realizando a flexibilização. Na análise e definição do modelo, serão escolhidos o coordenador do projeto, ou o dono da missão, os responsáveis internos e a consultoria – se a empresa optar por contar com suporte especializado.

É um momento importante, em que são necessários três fatores: o conhecimento sobre benefícios flexíveis, o contato com a experiência de quem implantou com sucesso, e a tecnologia, ou seja, ter uma plataforma online que viabilize a implantação. Em média, essa primeira etapa e a próxima, que é a implantação propriamente dita, duram sete meses”, explicou Vandson Cunha.

O estudo de viabilidade envolve consultar os fornecedores (dos produtos de saúde, bem-estar e aposentadoria), analisar o pacote atual de benefícios, as politicas de remuneração e benefícios da empresa, o orçamento, as experiências das apólices. A análise desses dados e as simulações permitem definir possibilidades de flexibilização, pontos de melhoria e as opções de desenho do programa.

Chega o momento de levar essas informações à liderança da empresa e diante dela defender a tese de implantação. Projeto aprovado, é inciada a segunda etapa, a implantação. Nela devem estar envolvidas mais áreas da empresa – além da liderança e da equipe de benefícios, os times do Jurídico, de Relações Trabalhistas, Remuneração, e representantes dos sindicatos e dos fornecedores. O programa de benefícios flexíveis será montado – com os pacotes, regras e pontuações – a partir dos dados do estudo de viabilidade, dos parâmetros aprovados, orçamentos, contratos e das considerações de todas as áreas corporativas e parceiros envolvidos.

Programa pronto, é preciso implementar o sistema e os processos. Nessa fase, as equipes de Folha de Pagamento e Tecnologia da Informação e os fornecedores devem participar e trocar informações. A base para a implementação é o conjunto formado pelo programa de benefícios flexíveis definido, a política de segurança da informação da empresa, as interfaces com os envolvidos e os conteúdos de comunicação.

Além de definir a documentação dos processos, as equipes vão cuidar da autenticação e troca dos dados, realizar as configurações e a customização da plataforma, homologações e testes. Ao final do trabalho, a plataforma online estará homologada e pronta para operar. Além disso, os processos estarão mapeados e documentados.

Durante todas as etapas, a comunicação deve acontecer simultaneamente. “Definir a estratégia de comunicação é um dos maiores desafios e essencial para que os colaboradores possam conhecer o programa e assim participar e assumir suas escolhas. A base para a criação da campanha de comunicação, com textos, vídeos e demais recursos, são os documentos definidos na montagem do programa, os processos mapeados e o guia da plataforma tecnológica”, explicou Vandson.

Antes e depois da implantação da plataforma e da realização das primeiras eleições, quando os colaboradores efetivamente escolhem os seus pacotes, é preciso fazer pesquisas para acompanhar o período de maturação. Toda a experiência nesse momento será valiosa para os próximos ciclos de escolhas e para os possíveis ajustes.

Se o RH não tiver um propósito que impulsione o desejo de transformar, será difícil levar adiante a implantação de benefícios flexíveis. É preciso acreditar e identificar valor no projeto. Sem contar que esta é uma oportunidade para o RH ter todos os seus processos mapeados e documentados”, concluiu Vandson.

As dúvidas mais comuns 

Implantar benefícios flexíveis…

Custa mais caro?

Não. O custo é o mesmo de um pacote tradicional, não mais barato. O profissional de RH pode convencer a liderança a aumentar o orçamento para benefícios. E quanto mais flexibilizados os benefícios, maior o valor agregado.

Aumenta o risco jurídico?

Não, uma vez que o risco não está no pacote de benefícios flexíveis, mas no que é disponibilizado como benefícios. O ideal é contar com suporte da área jurídica no momento da implantação.

Dá mais trabalho?

Se a empresa contar com uma ferramenta online de gestão, o processo é facilitado em termos operacionais.

É para qualquer empresa?

Benefícios flexíveis são para todas as empresas, mas nem toda empresa está no momento certo para implantar. Se não é possível realizar a flexibilização necessária, melhor não iniciar o projeto.


A proposta de valor dos benefícios flexíveis

A 4ª edição do Simpósio Bematize foi além da conceituação dos benefícios flexíveis e da discussão sobre as suas repercussões no funcionamento das empresas para apresentar, com mais profundidade, todo o escopo de um projeto de implantação, desde a definição do desenho do programa até a aplicação da solução tecnológica.

Entendemos benefícios flexíveis não como a simples flexibilização de benefícios isolados, como a concessão de cartões direcionados a determinado fim, ou a opção de livre adesão aos planos de saúde e odontológico. No nosso conceito, em um programa de benefícios flexíveis, a empresa converte o pacote de benefícios oferecidos em pontos, que podem ser usados na escolha de diversos benefícios pré-definidos, respeitando sempre as regras e limites tecnicamente estipulados”, definiu Ronn Gabay, líder de consultoria e negócios da Bematize, durante o Simpósio.

O evento, que reuniu gestores de Recursos Humanos de empresas de diversas áreas, na semana passada em São Paulo (SP), mostrou, na prática, que implantar benefícios flexíveis é uma forma de promover a transformação no RH como um todo.

O conteúdo é oportuno, já que vem crescendo exponencialmente o interesse das empresas, de variados setores, em implantar programas flexíveis – uma tendência no mercado, reconhecida como essencial para a atração e retenção de talentos.

Os benefícios flexíveis vieram para ficar, e as empresas que não se adaptarem a esta nova realidade ficarão para trás. Muitos profissionais já têm a expectativa de serem contratados por quem oferece esse diferencial, e a empresa que ainda não dispõe de benefícios flexíveis já começa a ser cobrada por seus profissionais neste sentido. As que flexibilizaram seus pacotes de benefícios, e obtiveram excelentes resultados, garantem segurança para as que estão iniciando esse processo”, comentou Vandson Cunha, líder de projetos e sistemas da Bematize.

Um dos questionamentos da plateia durante o Simpósio foi sobre uma possível redução de custos com a implantação de benefícios flexíveis. Vandson Cunha explicou que a flexibilização não é responsável direta pela redução ou aumento dos custos, e nem deveria ser, já que o objetivo é agregar valor à empresa. “O mote para a redução dos custos observada pelas empresas que implantaram o programa é a automatização dos processos, não os benefícios flexíveis em si. A economia é um efeito colateral da maior eficiência advinda de processos mapeados e automatizados”, afirmou.

Essa automatização é uma oportunidade de digitalizar todos os processos do RH, incluindo atualizações cadastrais, reembolsos, movimentações de benefícios, admissões, entre outros. Trata-se de uma mudança de cultura que pode transformar o RH e contribuir com a sua atuação estratégica.

Confira, nas próximas matérias da série sobre o Simpósio Benefícios Flexíveis: Implantação de A a Z, os detalhes sobre o processo de implantação do programa e as experiências de líderes de RH da Deloitte, everis, iFood e Vivo.


Vacina

Vacinas: o que você precisa saber para se beneficiar dessa proteção

É muito comum que as pessoas associem a vacinação à infância. O calendário de imunização contra doenças nessa fase da vida é mesmo mais extenso, mas não termina por aí. Hoje, quando vem crescendo o movimento antivacina, com adeptos mundo afora, ganha força a conscientização sobre a importância de imunizar crianças e também adultos contra as doenças, e proteger o organismo de males dos quais ele não conseguiria se defender sozinho.

É certo portanto que crianças, adultos e idosos devem receber vacinas e que algumas são exclusivas para determinadas faixas etárias, além daquelas que devem ter doses de reforço ao longo dos anos, porque nem todas as vacinas têm validade para a vida inteira.

Hepatite B, HPV, pneumonia e tétano, por exemplo, são doenças que demandam imunização em adultos. No caso do tétano, por exemplo, a imunização tem de ser repetida a cada dez anos. Entre as vacinas que devem ser administradas na idade adulta, existem aquelas que têm a ver com uma demanda regional, a exemplo da que combate a febre amarela.

Veja como funcionam algumas das principais vacinas:

Tétano: Nos primeiros meses de vida, a criança recebe a vacina tríplice contra tétano, difteria e coqueluche. No caso dos adultos, existe uma forma especial chamada Dupla Tipo Adulto contra difteria e tétano. A quarta dose já é considerada reforço e deve ser repetida a cada 10 anos. Para os adultos que nunca foram imunizados, o ideal é tomar as três doses básicas e seguir com as de reforço ao longo do tempo. Se houver atraso ou esquecimento na tomada de alguma dose, não é necessário recomeçar o processo, pode-se continuar de onde parou.

Hepatite B: É uma vacina importante na fase da adolescência, mas as pessoas em qualquer idade devem estar imunizadas. O vírus tem transmissão fácil também por via sexual.

Rubéola: A doença é relativamente benigna, mas pode haver, no caso das mulheres infectadas, problemas graves para o feto, a exemplo de lesões cerebrais, cardíacas e oculares.

Gripe e pneumonia: Os idosos têm maior risco de complicações com a gripe, inclusive podem desenvolver pneumonia, portanto a vacina é especialmente recomendada para eles. Em razão da perda gradual do seu efeito e da mudança constante da composição da vacina, em razão das mutações virais, a imunização precisa acontecer anualmente. É importante saber que a gripe é uma doença que traz riscos de complicações e pode matar, diferente de um resfriado. Por isso a imunização é relevante. No caso da vacina contra pneumonia, é recomendada dose única, que deve ser reforçada cinco anos depois.

Febre amarela: A depender da região para onde a pessoa está viajando, vacinar-se contra a febre amarela é obrigatório. No Brasil, especialmente no Norte e na região Amazônica, a proteção é necessária, já que há maior exposição à picada do mosquito. A vacina só começa a proteger o organismo 10 dias depois da aplicação, que deve ser repetida a cada 10 anos.

Sarampo: Para imunizar-se contra o sarampo, são necessárias duas doses da vacina. A doença infectocontagiosa é grave, provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos causada por um vírus transmitido pelas secreções respiratórias. No Brasil, a doença estava erradicada até o ano passado, quando houve 10.326 casos confirmados, de acordo com o Ministério da Saúde. A erradicação só voltará a acontecer se 95% da população for vacinada. Todas as pessoas de 1 a 29 anos de idade devem tomar duas doses da vacina. Já os adultos entre 30 e 49 anos de idade devem receber pelo menos uma dose da vacina tríplice viral (SCR), que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. É contraindicada para crianças menores de seis meses de idade e gestantes. Em pessoas com imunossupressão, ou seja, com supressão das reações de imunidade do organismo, a tomada da vacina deve ser definida com o médico.

Fontes: Sociedade Brasileira de Infectologia e Ministério da Saúde.