Seguradoras e planos de saúde respondem à pandemia do coronavírus

O esforço pelo controle da transmissão do novo coronavírus e para o suporte às pessoas na prevenção e no tratamento da doença fez com que seguradoras e planos de saúde reforçassem a comunicação com os seus clientes. Alguns deles tomaram iniciativas para ampliar os canais de atendimento médico aos pacientes.

Um exemplo é a Previsul que, com 1,1 milhão de segurados no país, foi a primeira a informar que vai pagar por eventuais sinistros decorrentes da COVID-19, uma medida inédita, já que, de acordo com as normas regulatórias da Susep (Superintendência de Seguros Privados), o risco de pandemia é um item excluído de cobertura nos contratos de seguros.

Portanto, a Previsul indenizará segurados que tiverem perdas ocasionadas pelo coronavírus, “incluindo morte por qualquer causa, internações e rendas por incapacidade que contenham cobertura de doença, respeitando as condições dos seguros, os prazos de carência e franquia”, afirmou o presidente da seguradora, Renato Pedroso, em comunicado.
A Unimed também vem emitindo informes com as recomendações do Ministério da Saúde, divulga cartilhas com dicas de saúde para os segurados, e mantém um comitê interno que monitora o cenário, com reuniões diárias para definir as medidas necessárias em cada fase.

 

 

Telemedicina

O Ministério da Saúde regulamentou e entidades médicas reconheceram a prática da telemedicina em meio à crise do coronavírus. O tema também é analisado no Congresso Nacional, no projeto de lei 696/20, aprovado na Câmara dos Deputados. O recurso permite que os pacientes recebam orientação médica sem precisar interromper o isolamento social, o que protege a saúde deles e a dos médicos. Assim, seguradoras e planos já começaram a oferecer o benefício.

Para evitar a ida de pessoas ao pronto-socorro em caso de suspeita da doença, a Unimed disponibilizou serviço de orientação médica 24 horas por meio do aplicativo da Seguros Unimed.

Quem tiver dúvidas acessa o aplicativo e recebe instruções de uma equipe de saúde especializada. Caso seja necessário, o paciente tem acesso à teleconsulta com um médico, em vídeo.

Com a recomendação do Ministério da Saúde de que sejam adiados exames, consultas, cirurgias e outros procedimentos eletivos, para evitar riscos e a superlotação nas unidades de saúde, a Unimed tem orientado os segurados a aguardar a realização desses procedimentos e definiu que as guias autorizadas a partir de 1º de março terão validade de 90 dias.

Sobre os exames para diagnóstico da COVID-19, a Unimed comunicou que segue a orientação do Ministério da Saúde, que prevê o teste apenas para pacientes hospitalizados, com potencial de agravamento da doença – sem recomendação, portanto, para pacientes sem sintomas ou atendidos em ambulatório.

Orientações sobre prevenção

A Amil enviou aos RHs, comunicados sobre principais dúvidas e um questionário que indica, aos colaboradores e dependentes, qual o caminho devem seguir em função dos seus sintomas. Outros canais de informação, o aplicativo, o site e o telefone fornecem orientações e triagem com direcionamento. Os beneficiários com sintomas da doença devem, antes de ir ao pronto-socorro, fazer contato com a Amil pela central de atendimento ou telemedicina.

 

Médico em casa

A Sulamérica lançou, dentro do seu aplicativo, um ícone específico para auxiliar os beneficiários com as iniciativas de combate ao coronavírus. Por vídeo e via aplicativo, os clientes da seguradora podem receber orientação médica sem limite de utilização.

Quem preferir, pode fazer contato pela central telefônica exclusiva de orientações sobre o coronavírus. Outro benefício oferecido pela Sulamérica é o médico em casa, recurso disponível em 50 cidades do país.

 

Apoio psicológico na guerra de nervos contra o vírus

Embora seja, até agora, a maneira mais eficiente de conter a proliferação do novo coronavírus, o isolamento social pode trazer sérias repercusões para a saúde mental.

Já que o contexto pode agravar problemas como ansiedade, depressão e síndrome do pânico, a necessidade de suporte psicológico tem ficado mais evidente.

A solução apresentada por seguradoras e planos de saúde para levar psicoterapia às pessoas também é digital.

No APP SulAmérica Saúde, por exemplo, os beneficiários podem acessar o serviço Psicólogo na Tela e ter sessões de psicoterapia por videoconferência, sem sair de casa. Para utilizar o recurso, é preciso ter mais de 18 anos e apresentar pedido médico. Todo o processo de agendamento das sessões pode ser feito no aplicativo, com a equipe de psicólogos on-line 24 horas por dia.

A Amil oferece benefício semelhante, por meio de um canal telefônico, o Amil Ligue Saúde. O usuário liga no 0800 073 2121, de segunda à sexta-feira, das 7h até as 22h, e será atendido por uma equipe de enfermeiros para uma triagem, e posterior encaminhamento ao psicólogo.

 

Canais de contato

Confira os canais disponibilizados por seguradoras e planos de saúde para atendimento aos beneficiários durante a pandemia:

Previsul – No site previsul.com.br, estão o canal do segurado e o acesso ao aplicativo da seguradora, com a opção de contato direto por meio de chat online.

Amil – Criou canal exclusivo para atender segurados, pelo https://liguesaudeonline.amil.com.br/Login

Unimed – Além do site https://www.segurosunimed.com.br/ , o beneficiário pode acessar o aplicativo da Seguros Unimed ou ligar para o telefone 0800-892-4888.

Omint – Disponibiliza uma página específica para tratar sobre o novo coronavírus no site
https://www.omint.com.br/coronavirus/. Na página, o usuário encontra uma série de vídeos com recomendações de médicos para o enfrentamento da doença.

Sulamérica – No aplicativo da Sulamérica, foi criada uma área exclusiva para atendimento sobre a COVID-19. Está disponível também a central de atendimento coronavírus, pelo telefone 0800 591 0845.

Bradesco Seguros – Criou um site dentro do portal para tratar exclusivamente do coronavírus, com informações sobre a doença, formas de prevenção, detalhes sobre como realizar o isolamento social; e também oferece orientação médica 24 horas pelo telefone 0800 941 6361. O site é
https://www.bradescoseguros.com.br/clientes/produtos/plano-saude/informacoes-coronavirus

Careplus – No site careplus.com.br, uma área exclusiva reúne informações sobre a doença e a prevenção.


Coronavírus x Gripe: informação pode salvar vidas

Desde que foi descoberto, no final do ano passado na China, o novo coronavírus tem sido um desafio para populações de diversos países. Embora a vacina contra a COVID-19 ainda esteja em estudo, as informações sobre sintomas, prevenção e diagnóstico dessa doença que causa infecções respiratórias podem ajudar a vencer a guerra contra o vírus.

Além de entender como o coronavírus se comporta, vale a pena relembrar como funcionam a gripe e o resfriado. Essas duas têm sintomas parecidos: espirro, coriza, dor de cabeça, nariz entupido e garganta irritada são os mais comuns. Mas a diferença entre elas existe e deve ser observada com atenção. Ao contrário do resfriado, a gripe debilita o paciente, faz com que ele se afaste das atividades diárias, justamente porque os sintomas são bem mais intensos. Ou seja, se esse for o quadro do paciente, um erro grave seria imaginar que é só um resfriado, ou mesmo uma rinite alérgica.

A situação fica mais comum entre o outono e o inverno, portanto é preciso começar a prestar atenção a possíveis sintomas para ter certeza de qual é mesmo o problema, ainda que seja necessária a ajuda de um médico no diagnóstico.

Atentos aos sintomas

Em primeiro lugar, é preciso conhecer os sintomas. A COVID-19 pode provocar tosse, febre alta constante e falta de ar. Pode, também, causar infecção do trato respiratório inferior, a exemplo da pneumonia.

No resfriado, a pessoa pode ter uma leve dor de garganta (faringite), febre em torno dos 37º C e indisposição. Dessa forma, o quadro permanece durante três ou quatro dias e, em seguida, o paciente começa a melhorar. Tudo isso acontece sem provocar mudanças na rotina profissional e na vida pessoal.

Quando se está com gripe, a febre é alta, chegando a passar dos 38,5º C e persistente por vários dias. Aliás, a febre já é a primeira responsável por deixar a pessoa de cama, somada às dores no corpo, mal-estar intenso e dor de cabeça. Ou seja, o quadro é bem mais sério e o vírus pode se manifestar em todo o aparelho respiratório, chegando aos pulmões. Justamente essa intensidade, caso não receba tratamento adequado, pode trazer complicações graves e, eventualmente, a morte.

Defesas naturais

Uma vez que ainda não adquiriram imunidade contra os vírus do resfriado e da gripe, as crianças são mais vulneráveis a eles. Com o tempo, a imunidade é reforçada, mas, como vão surgindo novos tipos de vírus, esses problemas podem retornar durante toda a vida.

Assim que as melhores defesas contra esses problemas são os bons hábitos. Lavar as mãos corretamente; cobrir a boca e o nariz com um lenço ao tossir ou espirrar, para bloquear a disseminação do vírus; e evitar aperto de mãos se a pessoa está gripada ou resfriada são alguns deles. E também não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e garrafas; evitar locais fechados e aglomerações; manter os ambientes ventilados; evitar contato com pessoas doentes; praticar exercícios físicos e manter-se hidratado e bem alimentado.

No caso do coronavírus, as recomendações sobre a lavagem correta das mãos, uso de álcool gel, não compartilhamento de objetos de uso pessoal, manutenção dos ambientes ventilados e cuidados específicos ao espirrar e tossir, para evitar a transmissão do vírus, somam-se às restrições de contato social. O isolamento é considerado a melhor forma de se prevenir contra a transmissão da doença e, assim, soluções como trabalho em home office e atividades físicas em casa, por exemplo, têm sido aliados para enfrentar essa fase.

O risco das aglomerações

É a proximidade entre as pessoas em locais fechados e não a temperatura do ambiente que facilita as transmissões virais. Ou seja, o vento frio faz as pessoas ficarem juntas em lugares abrigados, e é esse comportamento que permite a transmissão dos vírus. Isso porque, inevitavelmente, quem estiver doente vai tossir, espirrar e falar próximo a outras pessoas, e o vírus pode alcançar os demais se a distância entre elas for menor que um metro.

Atenção ao tratamento

A boa notícia é que tratar a gripe é algo que se pode fazer em casa, com repouso e hidratação oral, para eliminar as secreções mais facilmente. Em segundo lugar, analgésicos e antitérmicos, preferencialmente paracetamol e dipirona, são importantes para combater a febre e a dor. Xaropes e descongestionantes nasais também ajudam a enfrentar o quadro gripal.

Portanto, buscar emergências e hospitais só em casos graves, até porque esses locais recebem outros doentes e são ambientes propícios para a transmissão da gripe e de outras doenças.

No caso do coronavírus, embora não haja tratamento específico, aliar repouso, consumo de líquidos e medicamento para dor e febre é importante para fazer frente ao vírus. Com o teste positivo para a doença, é fundamental contar com ajuda médica para evitar complicações, sobretudo em idosos, pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidas.

Vacinação começa mais cedo

A campanha de vacinação contra o vírus da gripe, do Ministério da Saúde, vai começar no próximo dia 23 de março. Esse ano, em razão da pandemia provocada pelo novo coronavírus, os idosos serão o primeiro grupo a receber a vacina, uma vez que são os mais vulneráveis a ter complicações graves com a doença. Além disso, a vacina contra o coronavírus ainda está sendo desenvolvida, e os especialistas calculam que só estará disponível em até um ano e meio.

A vacina contra a gripe protege contra tipos de influenza (família do H1N1) e não contra o coronavírus. No entanto, o benefício é que pode ajudar no diagnóstico por eliminação, se houver suspeita de COVID-19. Isso porque os profissionais de saúde podem descartar o H1N1 na triagem de pacientes com sintomas gripais mas que tomaram a vacina.

Acompanhe o calendário de vacinação contra a gripe

A partir de 23 de março: Idosos com mais de 60 anos ou trabalhadores da saúde.

A partir de 16 de abril: Podem se vacinar professores e profissionais de segurança e salvamento.

A partir de 9 de maio: É a vez das crianças de 6 meses a menores de 6 anos, doentes crônicos, pessoas com 55 anos ou mais, grávidas, mães no pós-parto, população indígena e portadores de condições especiais.

Dia D de vacinação: 9 de maio

Fontes: Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia


Saúde mental: como anda a sua?

Fatores externos – o trânsito, a relação com colegas de trabalho, a economia do país, problemas de infraestrutura urbana – interferem cotidianamente na vida de todo mundo, e muitas vezes a solução não depende só de nós. Também somos atingidos pela própria subjetividade – os pensamentos, sentimentos, emoções –, e aí que surgem algumas dificuldades, já que muita gente não dá a importância devida. A boa notícia é que manter a mente sã é algo que depende de cada um, e o melhor, traz repercussões muito positivas em outras áreas da vida.

Entre os problemas que podem comprometer a saúde mental, estão os que atingem as pessoas mais especificamente e em certas etapas da vida, a exemplo da demência senil, da dislexia e do autismo. Outros distúrbios são provocados pelas imposições do cotidiano, especialmente o estresse e a ansiedade.

É possível evitar o adoecimento mental, prevenir sofrimentos e relações tóxicas, além de curar traumas. Embora cada pessoa possa buscar a sua forma de fortalecer a mente, existem duas principais soluções nesse caminho: o autoconhecimento e o suporte profissional e multidisciplinar.

Ser emocionalmente saudável requer dedicação e consciência, e é tão importante que deveria fazer parte das definições de ano-novo, como propõe a campanha #janeirobranco. Na hora de refletir sobre os desejos e objetivos, por que não pensar sobre a saúde mental, e o quanto ela está ligada ao bem-estar e ao sucesso?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo; e a doença tinge pessoas de diferentes faixas etárias e classes sociais. A falta de informação, a vergonha e o preconceito histórico sobre o assunto tornam mais difícil lidar com a questão.

Por outro lado, com coragem e um pouco de atenção aos sinais emitidos pelo corpo quando algo não vai bem com a mente, é possível se dar conta do problema e, assim, buscar solução. Alguns dos sinais podem ser a agressividade, irritação, isolamento, problemas com a memória e a concentração, pessimismo, baixa autoestima, além de sintomas físicos como dor de cabeça, dores musculares, pressão alta, cansaço e distúrbios digestivos.

Aqui vai a receita para uma mente sã com os sete ingredientes abaixo. Você pode personalizar a sua, incluindo outros e ajustando as doses, para que o equilíbrio se traduza em harmonia:

1. Alimentação saudável: faz bem para a mente, tanto quanto para o corpo. Para fazer as melhores escolhas alimentares e perseverar, é preciso estar consciente, ler bastante a respeito e, se preciso, procurar ajuda especializada.

2. Bons amigos: conviver com pessoas com as quais se tem afinidade, consideração e respeito é uma das mais ricas experiências de uma vida. Cuide-se contra as relações tóxicas e abusivas. Quanto maior o autoconhecimento, melhores amizades teremos e menores os riscos de se envolver em relacionamentos destrutivos.

3. Espiritualidade: são diversos os caminhos da evolução espiritual, e cada pessoa tem a sua forma de compreender e se conectar com o sagrado. Este é um aspecto bastante relevante da vida, que pode se realizar de muitas formas, a exemplo da meditação, leituras e práticas religiosas.

4. Atividades físicas: não vale ser um praticante eventual. As doses de atividade física precisam ser constantes e equilibradas, ou seja, os que abusam dos exercícios por motivação estética também podem ser prejudicados, inclusive na saúde mental.

5. Autoconhecimento: conhecer-se é essencial para viver bem. O caminho do autoconhecimento é bastante particular, mas a psicoterapia e algumas práticas como a meditação e leituras trazem muitos benefícios. Quem se conhece está mais bem preparado para enfrentar os desafios da vida e prevenir situações que podem gerar problemas como a síndrome de burnout, o esgotamento profissional.

6. Meio ambiente: é importante reservar um tempo na rotina para estar em contato com a natureza, seja em parques, praias, florestas. São momentos excelentes para meditar, refletir, reequilibrar-se e dar vazão às boas decisões e à criatividade.

7. Arte: a expressão artística, ainda que de forma amadora, tem um grande poder transformador na vida das pessoas. Dança, canto, artes plásticas, entre outras práticas, são fontes de autoconhecimento, realização e alegria.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria e Organização Mundial da Saúde


Burnout: quando o trabalho abala a saúde mental

Entre os diversos distúrbios psíquicos, a síndrome de burnout tem relação direta com o ambiente de trabalho. A pessoa atingida fica em estado de tensão e estresse, um esgotamento profissional que pode acontecer quando a atividade desempenhada exige a relação interpessoal mais intensa e direta. Você percebeu algo familiar na afirmação anterior? É isso, as profissões que envolvem contato direto com públicos diversos são as mais atingidas, o que inclui o profissional de RH, além de professores e policiais, por exemplo.

Essa realidade mostra o quão desafiadoras são essas atividades. Na rotina de uma pessoa com a síndrome de burnout, resultado de condições de trabalho desgastantes, podem ocorrer ausências, dificuldade de concentração, depressão, ansiedade, irritabilidade e baixa autoestima. Outros problemas podem surgir, entre eles pressão alta, insônia, dor de cabeça e cansaço.

A Campanha Janeiro Branco foi criada para convidar as pessoas a refletirem sobre a saúde mental, sua manutenção e a prevenção das doenças. O início do ano é um período propício para refletir sobre a própria vida, as crenças, emoções e pensamentos, algo que termina por influenciar o comportamento e, dessa maneira, o rumo dos acontecimentos. Existe um claro benefício em pensar sobre o sentido e o propósito da própria vida, sobre o autoconhecimento e como estão os relacionamentos interpessoais.

Para diagnosticar o burnout, o especialista, seja psicoterapeuta ou psiquiatra, levanta o histórico profissional do paciente e pode prescrever tratamento com psicoterapia e antidepressivos. Mudanças no estilo de vida serão necessárias, e envolvem uma rotina com mais tempo para si, com momentos de relaxamento e atividade física regular.

Já para prevenir o surgimento da síndrome de burnout, um estilo de vida que traga mais equilíbrio entre o trabalho e o descanso também é essencial. Desconsiderar o problema pode agravar a situação, portanto vale a pena avaliar as próprias condições de trabalho, se estão prejudicando a saúde física e mental, interferindo na qualidade de vida.

Se existe prejuízo, o ideal é repensar e promover transformações, inclusive propondo uma nova dinâmica de trabalho. A ansiedade e a depressão que podem atingir a pessoa nessas circunstâncias devem ser tratadas com ajuda profissional, evitando escapar do problema com artifícios como o consumo excessivo de álcool, por exemplo.

No ritmo acelerado da vida, as pessoas podem não perceber logo que estão desenvolvendo o distúrbio, e por essa razão é importante poder contar com o apoio dos colegas e familiares. Se alguém demonstra estresse excessivo, mudanças no comportamento e agressividade no trabalho, pode estar precisando de ajuda. Abordar o assunto requer tranquilidade e acolhimento, o que pode ser feito com ajuda profissional especializada.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria


Fale com o seu colaborador sobre o câncer de pele

No Brasil, 30% de todos os tumores malignos correspondem ao câncer da pele, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Isso faz desse tipo de tumor o mais incidente no país, fato que já aumenta a relevância das campanhas de conscientização pela prevenção da doença.

O tema é dos mais importantes para as campanhas de Comunicação interna nas empresas, com potencial para sensibilizar as pessoas e ajudar a reduzir números preocupantes, a exemplo dos cerca de 180 mil novos casos da doença a cada ano no país.

O fundamental na campanha pela prevenção e pelo diagnóstico precoce é destacar que, se descoberta no início, a doença tem mais de 90% de chances de cura, e orientar as pessoas sobre os cuidados que podem evitar o câncer de pele, além de instruções sobre como identificar os sinais da doença.

Um dado importante sobre o assunto tem tudo a ver com as empresas. É que a radiação que pode provocar envelhecimento precoce da pele, manchas e tumores malignos não está somente ao ar livre, em praias e piscinas, mas também nos ambientes fechados dos escritórios. Por isso é preciso aplicar e reaplicar filtro solar em qualquer ambiente, para se proteger da luz vinda das lâmpadas, dos aparelhos eletrônicos, a exemplo de celulares e computadores, e também da radiação UVA que ultrapassa os vidros das janelas.

Prevenção e sinais

O crescimento anormal das células que compõem a pele é a manifestação do câncer, que tem formas distintas; os mais comuns são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular. O terceiro tipo, o melanoma, é menos incidente, mas mais agressivo e potencialmente letal.

O fator de risco para todos os tipos da doença é a exposição excessiva e sem proteção aos raios solares. Por isso o uso do protetor solar sobre toda a pele que fica em contato com o sol é a principal recomendação das campanhas. Já o diagnóstico precoce pode começar com o autoexame, quando a pessoa, sozinha ou com ajuda de um parente, por exemplo, observa todo o corpo em busca de manchas ou pintas com formato ou coloração suspeita. O próximo passo é a consulta com o dermatologista.

Chamar a atenção dos colaboradores para a importância de desenvolver o hábito das ações de prevenção, além de convidar à reflexão sobre a importância de priorizar a saúde em lugar de um corpo bronzeado, são as estratégias fundamentais nas campanhas de conscientização.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


Câncer de pele: atenção aos sinais

Câncer de pele nunca é uma boa notícia, mas existe um dado positivo: quando descoberto no início, tem 90% de chances de cura. Esse é então o melhor argumento para convencer as pessoas a se prevenir e a buscar o diagnóstico precoce.

Especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia entendem que é possível reduzir a incidência de câncer de pele e a mortalidade por meio de campanhas de conscientização como a do #dezembrolaranja. Nesse contexto, uma das informações mais relevantes é que o principal fator de risco é a exposição excessiva e sem proteção aos raios solares, por isso é relevante saber como tomar sol corretamente.

O principal a fazer é usar diariamente o protetor solar, com fator de proteção 15 ou 30 e reaplicações em intervalos de duas a três horas; evitar a exposição direta aos raios solares nos horários de maior incidência, entre as 10h e 16h; manter boa hidratação; usar óculos de sol com proteção UV, chapéus ou bonés.

O câncer de pele costuma se manifestar em uma pinta, mancha ou como uma ferida que não cicatriza. Observar alteração na pele por meio do autoexame é uma iniciativa importante, mas o ideal é também consultar o médico regularmente ou sempre que houver uma suspeita.

Os tipos mais comuns de câncer de pele são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, com grandes chances de cura se diagnosticados e tratados precocemente. O terceiro tipo é o melanoma, o mais agressivo e potencialmente letal.

Informações relevantes

Um aspecto importante e que precisa ser mais considerado é que os danos causados pelo sol são cumulativos. Isso significa que, com o passar dos anos, quanto mais frequente e intensa tiver sido a exposição ao sol, mais chances de ocorrerem manchas e tumores malignos.

Estudos científicos recentes vêm revelando que os raios UVA estão ligados ao surgimento do melanoma, além do envelhecimento precoce da pele. Os raios UVA incidem durante todo o dia e penetram na pele mais profundamente.

Conhecer o seu tipo de pele ajuda muito na definição dos cuidados ideais e, portanto, na prevenção do câncer. Pode-se descobrir o tipo de pele na consulta ao dermatologista, que também pode ajudar a definir um limite tolerável de exposição ao sol. Quanto menor a produção do pigmento melanina, uma proteção natural do organismo contra os raios ultravioletas, mais vulnerável será a pele aos danos causados pelo sol.

O diagnóstico precoce do câncer de pele é feito com a avaliação das lesões iniciais, pelo dermatologista no consultório ou por meio de exames como a dermatoscopia, que mostra aspectos da mancha ou da pinta suspeita não visíveis a olho nu.

Em regra, para reconhecer um melanoma maligno, é preciso que a mancha ou pinta tenha pelo menos três dessas características: seja assimétrica, tenha bordas irregulares, coloração variável e diâmetro maior do que 6mm.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia


Suporte familiar é essencial para lidar com o Alzheimer

Doença degenerativa que causa a perda progressiva de células neurais, o Mal de Alzheimer é um tipo de demência que prejudica a memória, o pensamento e o comportamento.

Os sintomas vão surgindo devagar e, ainda sem cura, é possível retardar o avanço da doença com medicamentos. À medida que vai progredindo, o Mal de Alzheimer tem três estágios, e em todos eles o apoio dos cuidadores é decisivo.

Desde o momento da aceitação da doença e da definição sobre os tratamentos, até a criação de rotinas para preservar a segurança e o bem-estar do paciente, o importante é que todos os envolvidos contribuam para buscar alternativas.

Na fase mais avançada, o paciente pode precisar de ajuda para fazer as atividades mais simples, como se alimentar e tomar banho. E em todas os momentos a comunicação com o doente e a manifestação do afeto serão imprescindíveis.

A família deve estar atenta à evolução da doença, ou seja, acompanhar o comprometimento da memória, as mudanças de comportamento e as dificuldades nas atividades cotidianas. A perda da memória é um dos aspectos mais relevantes do Alzheimer e esquecer fatos ou informações, recentes ou antigos, pode angustiar, agitar ou confundir a pessoa.

Medicação e práticas físicas como pilates e fisioterapia têm benefícios comprovados na melhoria da qualidade de vida do paciente. Além do contato social, que pode ajudar a preservar as funções cerebrais das áreas ainda não atingidas pela doença, ou seja, preservar a reserva cognitiva e tornar o declínio mais lento.

Uma medida acertada é criar a rotina baseada nos gostos, habilidades e preferências da pessoa, para que seja naturalmente agradável e favoreça a manutenção do bom humor, ainda que com o avanço da doença o paciente perca a conexão com suas próprias características.

O diálogo e a união entre os familiares para os cuidados com o paciente de Alzheimer são as principais formas de tornar essa fase da vida o mais confortável possível, assim como acontece com os portadores da esclerose múltipla. Em todos os casos, o amor e o afeto permanecem.

O que pode reduzir o risco de desenvolver a doença de Alzheimer?
1. Praticar atividades físicas regulares.
2. Não fumar.
3. Controlar a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue.

Como manter a rotina do paciente mais confortável e segura?
1. Enquanto for possível, manter as atividades normais e a independência.
2. Criar uma rotina e acompanhar a pessoa na realização das suas tarefas. Manter o paciente envolvido com as atividades, dentro e fora de casa, incluindo cuidados pessoais, alimentação, passeios, fisioterapia, viagens.
3. Usar recursos de segurança, como a identificação do nome e endereço do paciente em pulseira ou outro adereço. Isso porque um dos sintomas da doença é a perda da memória recente.
4. Manter a alimentação saudável, descartar bebidas alcoólicas e fumo.
5. Estimular o convívio social e familiar do paciente.
6. Manter hábitos como a leitura de livros e jornais, cuidados com a casa, artesanato, entretenimento com filmes ou programas de televisão etc.

Fontes: Organização Mundial da Saúde e Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).


Vacina

Vacinas: o que você precisa saber para se beneficiar dessa proteção

É muito comum que as pessoas associem a vacinação à infância. O calendário de imunização contra doenças nessa fase da vida é mesmo mais extenso, mas não termina por aí. Hoje, quando vem crescendo o movimento antivacina, com adeptos mundo afora, ganha força a conscientização sobre a importância de imunizar crianças e também adultos contra as doenças, e proteger o organismo de males dos quais ele não conseguiria se defender sozinho.

É certo portanto que crianças, adultos e idosos devem receber vacinas e que algumas são exclusivas para determinadas faixas etárias, além daquelas que devem ter doses de reforço ao longo dos anos, porque nem todas as vacinas têm validade para a vida inteira.

Hepatite B, HPV, pneumonia e tétano, por exemplo, são doenças que demandam imunização em adultos. No caso do tétano, por exemplo, a imunização tem de ser repetida a cada dez anos. Entre as vacinas que devem ser administradas na idade adulta, existem aquelas que têm a ver com uma demanda regional, a exemplo da que combate a febre amarela.

Veja como funcionam algumas das principais vacinas:

Tétano: Nos primeiros meses de vida, a criança recebe a vacina tríplice contra tétano, difteria e coqueluche. No caso dos adultos, existe uma forma especial chamada Dupla Tipo Adulto contra difteria e tétano. A quarta dose já é considerada reforço e deve ser repetida a cada 10 anos. Para os adultos que nunca foram imunizados, o ideal é tomar as três doses básicas e seguir com as de reforço ao longo do tempo. Se houver atraso ou esquecimento na tomada de alguma dose, não é necessário recomeçar o processo, pode-se continuar de onde parou.

Hepatite B: É uma vacina importante na fase da adolescência, mas as pessoas em qualquer idade devem estar imunizadas. O vírus tem transmissão fácil também por via sexual.

Rubéola: A doença é relativamente benigna, mas pode haver, no caso das mulheres infectadas, problemas graves para o feto, a exemplo de lesões cerebrais, cardíacas e oculares.

Gripe e pneumonia: Os idosos têm maior risco de complicações com a gripe, inclusive podem desenvolver pneumonia, portanto a vacina é especialmente recomendada para eles. Em razão da perda gradual do seu efeito e da mudança constante da composição da vacina, em razão das mutações virais, a imunização precisa acontecer anualmente. É importante saber que a gripe é uma doença que traz riscos de complicações e pode matar, diferente de um resfriado. Por isso a imunização é relevante. No caso da vacina contra pneumonia, é recomendada dose única, que deve ser reforçada cinco anos depois.

Febre amarela: A depender da região para onde a pessoa está viajando, vacinar-se contra a febre amarela é obrigatório. No Brasil, especialmente no Norte e na região Amazônica, a proteção é necessária, já que há maior exposição à picada do mosquito. A vacina só começa a proteger o organismo 10 dias depois da aplicação, que deve ser repetida a cada 10 anos.

Sarampo: Para imunizar-se contra o sarampo, são necessárias duas doses da vacina. A doença infectocontagiosa é grave, provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos causada por um vírus transmitido pelas secreções respiratórias. No Brasil, a doença estava erradicada até o ano passado, quando houve 10.326 casos confirmados, de acordo com o Ministério da Saúde. A erradicação só voltará a acontecer se 95% da população for vacinada. Todas as pessoas de 1 a 29 anos de idade devem tomar duas doses da vacina. Já os adultos entre 30 e 49 anos de idade devem receber pelo menos uma dose da vacina tríplice viral (SCR), que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. É contraindicada para crianças menores de seis meses de idade e gestantes. Em pessoas com imunossupressão, ou seja, com supressão das reações de imunidade do organismo, a tomada da vacina deve ser definida com o médico.

Fontes: Sociedade Brasileira de Infectologia e Ministério da Saúde.


Esclerose Multipla

Esclerose múltipla: tratamento pode aumentar intervalo entre crises

Mulheres jovens, com idades entre 20 e 30 anos, de cor clara e que vivem em regiões de clima temperado, são as mais vulneráveis a desenvolver a esclerose múltipla, com base em estudos epidemiológicos e genéticos, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem).

A origem da doença pode ser genética ou ambiental, ou seja, estar relacionada a infecções virais e produtos tóxicos, por exemplo.

Ocorre uma inflamação crônica na qual o sistema imunológico da pessoa afetada agride a mielina que recobre os neurônios. Por essa razão, funções do sistema nervoso ficam comprometidas e, na prática, a pessoa passa por dificuldades motoras e sensitivas.

A esclerose múltipla é autoimune e os surtos são imprevisíveis. Como os primeiros sintomas da doença se manifestam de forma leve e passageira, o problema pode passar despercebido no começo.

De visão turva e dificuldade no controle da urina, os sintomas evoluem para visão dupla, formigamento nas pernas, desequilíbrio, perda visual, tremor, fraqueza, entre outros. Os surtos duram algumas semanas e acontecem em razão das crises inflamatórias, que provocam os sintomas.

O diagnóstico precoce é muito importante, já que a evolução da doença pode envolver a deterioração dos nervos, atrofia e perda de massa cerebral.

O tratamento, embora não seja capaz de evitar a evolução da doença, pode reduzir o tempo dos surtos e aumentar o intervalo entre eles.

Os corticosteroides, os imunossupressores e os imunomoduladores são os medicamentos mais utilizados. E para identificar a doença, a ressonância magnética, exames de sangue e do líquido cefalorraquidiano, que envolve e protege o cérebro, são os mais eficientes no suporte ao diagnóstico.

Vida normal é possível

É justamente o diagnóstico precoce o que pode agilizar o início do tratamento e, assim, aumentar os períodos sem surtos, o que permite manter a qualidade de vida.

É fundamental que se mantenha uma rotina de exercícios físicos nos momentos fora das crises, e também contar com a ajuda da fisioterapia nos casos em que há comprometimento muscular.

Os sintomas da esclerose múltipla vêm e vão, e os pacientes precisam lidar com recidivas que acontecem a qualquer momento.

A depender da pessoa, os surtos voltam a acontecer mais de uma vez por ano ou depois de quatro, cinco anos. Tratada em estágio inicial, a doença costuma não deixar sequelas e pode haver remissão. No entanto, sucessivas recidivas ao longo dos anos podem deixar sequelas, a exemplo de limitações motoras.

Os sintomas iniciais não devem ser desprezados, ainda que passageiros. O ideal é procurar um neurologista para fazer uma investigação detalhada.

Fontes: Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem) e Ministério da Saúde.

 


Abra os olhos para os cuidados com a visão

Com a presença cada vez maior dos tablets, smartphones e outros equipamentos eletrônicos na rotina das pessoas, nunca antes a visão foi tão exigida. Horas seguidas diante das telas podem prejudicar, e muito, a saúde dos olhos.

Reduzir o máximo possível a exposição a esses aparelhos é o mais recomendado, mas não só isso. Uma série de cuidados e hábitos podem ajudar a evitar doenças e melhorar a qualidade da visão.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia divulga que cerca de 50 milhões de brasileiros sofrem algum tipo de distúrbio na visão, na maioria dos casos, cegueira e deficiência visual, que poderiam ter sido evitados.
Além da moderação no uso dos eletrônicos, cuidados com a higiene e a alimentação estão na lista das melhores práticas. Veja quais são elas:

 1. Dedique tempo para lavar e evite coçar os olhos
O olhos e toda a região do entorno precisam ser higienizadas diariamente e com delicadeza. Remover as impurezas evita inflamações, previne alergias e conjuntivite. Dê atenção a esse momento, seja durante o banho ou ao lavar o rosto na pia. Coçar os olhos também pode trazer problemas. Isso porque as mãos sujas e a pressão sobre os olhos podem causar inflamação e lesões. Como se trata de um ato instintivo, é importante ter cuidado e procurar um oftalmologista caso a coceira persista. Já o hábito de piscar os olhos é positivo, uma vez que funciona lubrificando as córneas, evitando portanto o ressecamento e as irritações.
 
2. Limpar a maquiagem é a lei
 Deixar de retirar a maquiagem é um erro que pode provocar inflamação e alergias nos olhos. Remover produtos de beleza precisa ser um hábito regular, e dos mais importantes. Muito cuidado também com as condições das maquiagens, que devem ter qualidade e procedência comprovadas, de preferência sem conservantes e antialérgicas. O ideal é que o uso seja pessoal, ou seja, é melhor não usar produtos de outras pessoas. Higienizar esponjas, pinceis e escovas é o que evita contaminação por bactérias.

3. Lente de contato é coisa séria
As lentes de contato são um ótimo recurso, mas sem os cuidados de higiene podem causar problemas sérios aos olhos. Para a limpeza e o uso das lentes, deve-se seguir todas as recomendações do oftalmologista e as sugestões do fabricante, sobretudo obedecer o prazo de validade dos produtos e ser rigoroso na lavagem das mãos.

4. Cuidado com o açúcar
Uma dieta saudável repercute diretamente na saúde dos olhos, e é capaz de evitar catarata, cegueira noturna, síndrome do olho seco e degeneração macular, por exemplo. Portanto, só depende de cada um preferir alimentos ricos em nutrientes como ômega 3 e vitaminas A e C, manganês, luteína, cobre e zinco, entre outros. Na prática, tenha regularmente em seu cardápio frutas cítricas, pescados, milho, gema de ovo, espinafre e outros vegetais verde-escuros, frutas secas, cereais integrais, nozes etc.

Controlar a ingestão de açúcar é essencial porque o excesso de glicose no sangue também pode causar problemas à visão. O risco é maior para os portadores do diabetes, do tipo 1 ou 2, que podem desenvolver retinopatia diabética, doença que se manifesta pela visão embaçada e que pode gerar hemorragia interna e cegueira reversível.

5. Atividade física também faz bem para os olhos
Praticar exercícios regularmente favorece a saúde como um todo e também é benéfico aos olhos. Um motivo a mais para se exercitar com o esporte ou a atividade física de que mais goste.

6. Cigarro é um inimigo dos olhos
Alguns estudos mostram que o ato de fumar está associado a problemas como degeneração macular e catarata.

7. Consulta médica é indispensável
O ideal é visitar o oftalmologista uma vez ao ano ou quando perceber algum problema. Exames preventivos podem evitar a maioria das doenças oculares. Importante também não usar colírios ou outra medicação sem indicação médica e sempre proteger os olhos da luz solar usando óculos escuros.